boletim

o meio é a massagem

Arquivo para resistência

Justiça para os Terena

REDE GRUMIN DE MULHERES INDÍGENAS

Vamos exercer nossa cidadania! Assine a petição: Justiça para os Terena
Aos dias dezessete do mês de junho do ano de dois mil e oito, às 05:30
horas da manhã, chegaram os policiais da Policia Estadual e da ROTAI em um
ônibus lotado desses policiais.

Haviam: crianças, mulheres, gestantes, idosos que ali estavam dormindo. Os
policiais chegaram e quando estavam conversando com todas as pessoas ali
presentes na retomada, um policial bruto puxou uma taquara na mão da anciã
Julia Meira Faustino de 54 anos de idade derrubando-a imediatamente no
chão. Nós fomos proteger nossa anciã e começamos a apanhar de todos os
policiais ali presentes.

Os policiais começaram arrebentando todas as barracas, colocando fogo em
tudo que ali estava.

Empurraram mulheres, crianças e idosos, puxaram cabelos de mulheres e
pisaram e chutaram as roupas dos indígenas.

Clique seguramente no link, veja mais sobre este absurdo e assine essa
petição:

http://www.petitiononline.com:80/grumin12/petition.html

Rede GRUMIN de Mulheres Indígenas
Eliane Potiguara
Escritora Indígena - Ativista
Membro Acadêmico do Projeto Cultural ABRALI

Os abraçadores de árvores

Com tanto desmatamento, destruição dos vários biomas terrestres brasileiros, como a Floresta Amazônica, o Cerrado, a Mata Atlântica, a Caatinga… no geral, não há efetivamente um movimento no Brasil como os “abraçadores de árvores”? Será que está em extinção por essas bandas os ecologistas de ação direta? O ecologismo politicamente correto, oficialista, dos tribunais “públicos”, domesticou a radicalidade? Talvez eu esteja dando voltas sobre o mesmo assunto. É que as coisas não mudam… Mas…

Um pouco de história para inspirar…

Os abraçadores de árvores é um dos mais notáveis e originais exemplos de ação direta. Já nos anos 20, na Califórnia, nos EUA, surgiu um grupo de mulheres, as ladies conservationists (senhoras conservacionistas), que se acorrentava nas árvores para impedir a ação dos madeireiros.

Mas foi a partir do movimento Chipko nos anos 70, quando as mulheres das aldeias himalaias do norte da Índia decidiram abraçar-se às árvores para impedir a ação das madeireiras que o movimento ganhou força. Estimulados por vários grupos ambientalistas internacionais, o movimento conseguiu um certo sucesso e bastante impacto junto à mídia.

O acontecimento deu origem a outros movimentos de “abraçadores de árvores” (tree-huggers) ao redor do mundo. No fim
da década de 80, na Austrália, um grupo, de pessoas subiu nas árvores para defender a última floresta de eucaliptos nativos do mundo, ali ficando por vários dias. Com a ajuda do efeito de suas ações na imprensa, os abraçadores conseguiram rescindir o contrato do governo australiano com as madeireiras japonesas.

Nos anos 90, na Inglaterra, surgiram os tree-sitters, ou dongas, com outra estratégia: se algemar nas árvores, se acorrentar nas pedras ou acampar na região a ser atingida, para impedir a construção de anéis rodoviários que atravessariam áreas de proteção especial.

Os acampamentos dos sitters (numa tradução livre, “os pregados no chão”) duraram vários anos, provocando uma reação violenta das autoridades inglesas, que acabaram expulsando-os na força. Em 1997, um caso que repercutiu muito na imprensa internacional foi o da estadunidense Julia Borboleta Hill, que passou dois anos vivendo em cima de uma árvore à qual deu o nome de Luna, numa tentativa de frustrar os planos da madeireira Pacific Lumber de destruir uma floresta de sequóias da Califórnia.

Outro fato recente que ganhou espaço na mídia, em 2006, envolveu a cantora Joan Baez, que juntamente com Julia, subiram no topo de uma árvore em uma tentativa de evitar a demolição de um horto comunitário de 14 acres com frutas e vegetais no
sul de Los Angeles.

Hoje, este tipo de ação direta continua à mil em várias partes do mundo. Entre no site da Earth First! (www.earthfirst.org)
que terás muitas notícias atualizadas.

Moésio Rebouças // Fonte: Terra (para a lista CMI-Brasil)

Via Campesina e urbanos realizam mobilização no Walmart e Carrefour no ES

Cerca de 300 integrantes da Via Campesina e de movimentos urbanos, como a
Intersindical, Coordenação dos Movimentos Sociais, Passe Livre e movimento
estudantil realizaram uma mobilização, na tarde de hoje (10/06), em frente
às redes estrangeiras de supermercado, Walmart e Carrefour. A atividade
ocorreu na capital do estado, Vitória, e faz parte da Jornada de Lutas da
Via Campesina.

A atividade iniciou-se com uma caminhada pela cidade, acompanhada de um
panelaço, e foi marcada por um protesto em frente a essas duas redes de
supermercado, que detêm o controle do comércio mundial de alimentos, desde o
preço até os fornecedores. Em frente ao Walmart, foi montada uma mesa com
alimentos da agricultura camponesa, a fim de demonstrar que essa é a
alternativa para conter a grande alta no preço dos alimentos.

O ato questionava justamente a alta no preço dos alimentos e o controle das
empresas estrangeiras no território brasileiro.

Na parte da manhã, uma mobilização no município de Montanha, norte do ES,
marcou o protesto da Via Campesina em relação à expansão da cana-de-açúcar
no estado.

*Por que estamos mobilizados *
*Queremos produzir alimentos*
***Contra o agronegócio e em defesa da agricultura camponesa*

O atual modelo econômico, baseado no agronegócio e no capital financeiro,
quer transformar os alimentos, as sementes e todos os recursos naturais em
mercadoria para atender os interesses, o lucro e a ganância das grandes
empresas transnacionais.

Para isso, esses grupos econômicos se apropriam de terra, águas, minerais e
biodiversidade, privatizando o que é de todos. Além disso, desmatam as
florestas e deterioram os solos com a monocultura. Também aumentam a
exploração dos trabalhadores, precarizam, retiram e desrespeitam os direitos
trabalhistas, causam desemprego, pobreza e violência.

Dessa forma, o agronegócio promove a concentração da riqueza nas mãos dos
mais ricos, especialmente banqueiros e empresas transnacionais, enquanto
aumenta a desigualdade e a pobreza da população. É necessário e urgente
combater essa lógica opressora e destrutiva, que apresentamos nos seguintes
pontos:

*I - Denunciamos*

Denunciamos o atual modelo agrícola por que:

1. Favorece os interesses das empresas transnacionais, que compõem aliança
com os latifundiários para controlar a nossa agricultura e obter grandes
lucros na produção e comercializaçã o dos alimentos e na venda das sementes
e insumos agrícolas.

2. Prioriza o monocultivo em grandes extensões de terras, que afeta o meio
ambiente, deteriora os solos e exigem o uso grandes quantidades venenos.

3. Estimula a monocultura de eucalipto e pínus, que destroem a
biodiversidade, causam poluição ambiental, geram desemprego e promovem a
desagregação social das comunidades camponesas, indígenas e quilombolas.

4. Incentiva a produção de etanol para exportação, promovendo a ampliação do
plantio da monocultura da cana-de-açúcar e, conseqüentemente, causando a
elevação dos preços dos alimentos e a concentração da propriedade da terra
por empresas estrangeiras.

5. Difunde o uso das sementes transgênicas, que destroem a biodiversidade,
eliminam as nossas sementes nativas, podem causar danos à saúde dos
camponeses e consumidores de alimentos e transfere para as transnacionais o
controle político e econômico das sementes.

6. Promove o desmatamento dos nossos biomas, de modo especial da floresta
amazônica e do cerrado, e a destruição dos babaçuais, através da expansão da
pecuária, soja, eucalipto e cana, juntamente como a exportação de madeiras e
minérios.

*II- Somos contra*

As transnacionais, os latifundiários e um grupo de políticos, partidos e
parlamentares que defendem interesses econômicos e querem aprovar projetos
que vão piorar ainda mais esse quadro e, por isso:

1. Somos contra a lei de concessão das florestas públicas, que significa a
privatização da biodiversidade, e o projeto de lei nº 6.424/05, que reduz a
área da reserva legal da Amazônia de 80% para 50%, de autoria do senador
Flexa Ribeiro (PSDB-PA).

2. Somos contra a Medida Provisória nº 422/08, que legaliza áreas de até
1500 hectares, invadidas por latifundiários na Amazônia, quando a
Constituição determina apenas até 50 hectares.

3. Somos contra a Medida Provisória que desobriga o registro em carteira até
três meses de trabalho. Condenamos a existência impunemente do trabalho
escravo, da exploração do trabalho infantil e da falta de garantia aos
direitos trabalhistas e previdenciários dos trabalhadores rurais.

4. Somos contra o Projeto de Emenda Constitucional nº 49/06, que propõe
diminuir a extensão da faixa de fronteiras para beneficiar empresas
transnacionais e grupos econômicos internacionais, de autoria do senador
Sérgio Zambiasi (PTB-RS) .

5. Somos contra o projeto de transposição do Rio São Francisco, que visa
apenas beneficiar o hidronegócio e a produção para exportação e não atende
as necessidades das populações que vivem na região do semi-árido nordestino.

6. Somos contra a privatização das águas, que passam a se monopolizadas por
empresas transnacionais como Nestlé, Coca-Cola e Suez.

7. Somos contra o atual modelo energético, baseado na construção de grandes
hidrelétricas - principalmente na Amazônia -, que entrega o controle da
energia às grandes corporações multinacionais e favorece as grandes empresas
que mais consomem energia.

*III - Defendemos
*
Estamos mobilizados e vamos lutar para mudar essa realidade. Por isso,
queremos:

1. Construir um novo modelo agrícola, baseado na agricultura camponesa, na
Reforma Agrária, na distribuição de renda e fixação das pessoas no meio
rural.

2. Combater a concentração da propriedade da terra e de recursos naturais,
fazendo uma ampla distribuição dos latifúndios, com a definição de um
tamanho máximo para a propriedade da terra.

3. Garantir que a agricultura nacional seja controlada pelo povo brasileiro,
assegurando a produção de alimentos, como uma questão de soberania popular e
nacional, incentivando as agroindústrias cooperativadas e o cultivo de
alimentos sadios.

4. Diversificar a produção agrícola, na forma de policulturas, respeitando o
meio ambiente e usando técnicas de produção da agroecologia.

5. Preservar o meio ambiente, a biodiversidade e todas as fontes de água,
com atenção especial ao Aqüífero Guarani, combatendo as causas do
aquecimento global.

6. Desmatamento zero na Amazônia e nos demais biomas brasileiros,
preservando a riquezas naturais e usando os recursos naturais de forma
adequada e sustentável, em favor do povo. Defendemos o direito coletivo da
exploração dos babaçuais.

7. Preservar, difundir, multiplicar e melhorar as sementes nativas, dos
diferentes biomas, para garantir o seu acesso a todos os agricultores.

8. Lutar pela aprovação imediata da lei que determina expropriação de todas
as propriedades com trabalho escravo e a instituição de pesadas multas aos
latifundiários que não cumprem as leis trabalhistas e previdenciárias.

9. Exigir a implementação da política proposta pela Agência Nacional de
Águas, que prevê obras e investimentos em cada município do semi-árido,
necessárias para resolver o problema de água da população da região.

10. Impedir que a água se transforme em mercadoria e garantir seu
gerenciamento como um bem público, acessível a toda a população.

11. Assegurar um novo modelo energético que garanta a soberania energética,
que priorize o desenvolvimento de todos, utilizando o uso racional da
energia hidráulica em pequenas usinas, com a produção de agrodiesel e álcool
pelos pequenos agricultores e suas cooperativas.

12. O governo federal deve autorizar o Incra (Instituto Nacional de
Colonização e Reforma Agrária) a retomar a regularização, com maior
celeridade, de todas as áreas pertencentes aos quilombolas.

13. Promover a demarcação imediata de todas as áreas indígenas e expulsão de
todos os fazendeiros invasores, em especial da Raposa Serra do Sol e das
áreas dos guarani no Mato Grosso do Sul.

O governo Lula precisa honrar os compromissos assumidos para a realização da
Reforma Agrária, cumprindo seu programa político, assinado em julho de 2002,
assentando imediatamente todas as famílias acampadas e construindo no mínimo
100 mil casas por ano no campo para evitar o êxodo rural. A nossa luta é
pela construção de uma sociedade justa, com igualdade e democracia, onde a
riqueza é repartida com todos e todas.

*VIA CAMPESINA**
ASSEMBLÉIA POPULAR*
—————————- Original Message —————————-
Subject: Via Campesina e urbanos realizam mobilização no Walmart e
Carrefour no ES
To:CMI-Brasil

A natureza não é muda

Nada há de estranho, nem de anormal, o projeto que quer incorporar os
direitos da natureza à nova Constituição do Equador

O mundo pinta naturezas mortas, sucumbem os bosques naturais, derretem os pólos, o
ar torna-se irrespirável e a água imprestável, plastificam-se as flores e a comida,
e o céu e a terra ficam completamente loucos.

E, enquanto tudo isto acontece, um país latino-americano, o Equador, está
discutindo uma nova Constituição. E nessa Constituição abre-se a possibilidade de
reconhecer, pela primeira vez na história universal, os direitos da natureza.

A natureza tem muito a dizer, e já vai sendo hora de que nós, seus filhos, paremos
de nos fingir de surdos. E talvez até Deus escute o chamado que soa saindo deste
país andino, e acrescente o décimo primeiro mandamento, que ele esqueceu nas
instruções que nos deu lá do monte Sinai: “Amarás a natureza, da qual fazes parte”.

Um objeto que quer ser sujeito
Durante milhares de anos, quase todo o mundo teve direito de não ter direitos.

Nos fatos, não são poucos os que continuam sem direitos, mas pelo menos se
reconhece, agora, o direito a tê-los; e isso é bastante mais do que um gesto de
caridade dos senhores do mundo para consolo dos seus servos.

E a natureza? De certo modo, pode-se dizer que os direitos humanos abrangem a
natureza, porque ela não é um cartão postal para ser olhado desde fora; mas bem
sabe a natureza que até as melhores leis humanas tratam-na como objeto de
propriedade, e nunca como sujeito de direito.

Reduzida a uma mera fonte de recursos naturais e bons negócios, ela pode ser
legalmente maltratada, e até exterminada, sem que suas queixas sejam escutadas e
sem que as normas jurídicas impeçam a impunidade dos criminosos. No máximo, no
melhor dos casos, são as vítimas humanas que podem exigir uma indenização mais ou
menos simbólica, e isso sempre depois que o mal já foi feito, mas as leis não
evitam nem detêm os atentados contra a terra, a água ou o ar.

Parece estranho, não é? Isto de que a natureza tenha direitos… Uma loucura. Como
se a natureza fosse pessoa! Em compensação, parece muito normal que as grandes
empresas dos Estados Unidos desfrutem de direitos humanos. Em 1886, a Suprema Corte
dos Estados Unidos, modelo da justiça universal, estendeu os direitos humanos às
corporações privadas. A lei reconheceu para elas os mesmos direitos das pessoas:
direito à vida, à livre expressão, à privacidade e a todo o resto, como se as
empresas respirassem. Mais de 120 anos já se passaram e assim continua sendo.
Ninguém fica estranhado com isso.

Gritos e sussurros
Nada há de estranho, nem de anormal, o projeto que quer incorporar os direitos da
natureza à nova Constituição do Equador.

Este país sofreu numerosas devastações ao longo da sua história. Para citar apenas
um exemplo, durante mais de um quarto de século, até 1992, a empresa petroleira
Texaco vomitou impunemente 18 bilhões de galões de veneno sobre terras, rios e
pessoas. Uma vez cumprida esta obra de beneficência na Amazônia equatoriana, a
empresa nascida no Texas celebrou seu casamento com a Standard Oil. Nessa época, a
Standard Oil, de Rockefeller, havia passado a se chamar Chevron e era dirigida por
Condoleezza Rice. Depois, um oleoduto transportou Condoleezza até a Casa Branca,
enquanto a família Chevron-Texaco continuava contaminando o mundo.

Mas as feridas abertas no corpo do Equador pela Texaco e outras empresas não são a
única fonte de inspiração desta grande novidade jurídica que se tenta levar
adiante. Além disso, e não é o menos importante, a reivindicação da natureza faz
parte de um processo de recuperação das mais antigas tradições do Equador e de toda
a América. Visa a que o Estado reconheça e garanta o direito de manter e regenerar
os ciclos vitais naturais, e não é por acaso que a Assembléia Constituinte começou
por identificar seus objetivos de renascimento nacional com o ideal de vida do
sumak kausai. Isso significa, em língua quechua, vida harmoniosa: harmonia entre
nós e harmonia com a natureza, que nos gera, nos alimenta e nos abriga e que tem
vida própria, e valores próprios, para além de nós.

Essas tradições continuam miraculosamente vivas, apesar da pesada herança do
racismo, que no Equador, como em toda a América, continua mutilando a realidade e a
memória. E não são patrimônio apenas da sua numerosa população indígena, que soube
perpetuá-las ao longo de cinco séculos de proibição e desprezo. Pertencem a todo o
país, e ao mundo inteiro, estas vozes do passado que ajudam a adivinhar outro
futuro possível.

Desde que a espada e a cruz desembarcaram em terras americanas, a conquista
européia castigou a adoração da natureza, que era pecado de idolatria, com penas de
açoite, forca ou fogo. A comunhão entre a natureza e o povo, costume pagão, foi
abolida em nome de Deus e depois em nome da civilização. Em toda a América, e no
mundo, continuamos pagando as conseqüências desse divorcio obrigatório.

Eduardo Galeano é escritor uruguaio, autor de “A Escola do Mundo ao Avesso”

Publicado originalmente no semanário Brecha, do Uruguai.

jpereira / Contribuidores: Eduardo Galeano

http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/analise/a-natureza-nao-e-muda

imobiliária de ocupações abre em londres

imobiliaria de ocupações

fonte:
indymedia uk

Mayo del 68: ¿Adónde ha ido a parar toda la rabia?

Algunos, que entonces soñaron con un futuro mejor, simplemente se han rendido. Otros dan su apoyo a la amarga máxima de que “o cambias o nunca te ganarás la vida” (*unless you relearn you won’t earn*). La *intelligentsia*francesa, que de la Ilustración en adelante hizo de París el taller político del mundo entero, lidera hoy la retirada en todos los frentes. Los renegados ocupan cargos en cada gobierno occidental defendiendo la explotación, las guerras, el terrorismo estatal y las ocupaciones neocoloniales; otros ahora retirados de la academia se han especializado en producir basura reaccionaria en la *blogosfera*, empleando el mismo celo con el cual excorcizaban a las facciones rivales en la extrema izquierda. Tampoco es nada nuevo. La respuesta de Shelley a Wordsworth, quien tras dar la bienvenida a la Revolución Francesa se retiró a un conservadurismo pastoral, lo expresaba bien:

*En la pobreza honrada tu voz urdía *

*Cantos a la libertad y a la verdad *

*Que abandonaste y no me deja de afligir *

*Porque lo que eras ha tenido caducidad. *

———- Forwarded message ———-
From: Carlos Araujo <carlosfr.araujo@gmail.com>
Date: 31/03/2008 13:39
Subject: [palavra] Mayo del 68: ¿Adónde ha ido a parar toda la rabia?
To: Reginaldo Castela <rcastela@gmail.com>, Elder de paula <
elderpaula@uol.com.br>, A Flor da Palavra <palavra@lists.riseup.net>

Tariq Ali
The Guardian

*En 1968 la rabia contra la guerra de Vietnam desencadenó protestas y
levantamientos en todo el mundo, de París y Praga hasta México. Tariq Alí
considera el legado 40 años después en un artículo que condensa las tesis
más ampliamente sostenidas en otro artículo sobre el mismo asunto que
aparece en el número 3 de SinPermiso (en prensa).*

Una tormenta barrió el mundo en 1968. Empezó en Vietnam, recorrió Asia y
cruzó el mar y las montañas hacia Europa y más allá. Cada noche se veía en
televisión cómo los Estados Unidos llevaban a cabo una guerra brutal contra
un país pobre del sudeste asiático. El impacto creciente que causó ver las
bombas cayendo, las aldeas arder en llamas y todo un país arrasado con
Napalm y Agente Naranja hizo estallar una ola mundial de revueltas sin igual
antes o desde entonces.

Si los vietnamitas estaban derrotando al estado más poderoso del mundo,
nosotros también podríamos, seguramente, derrotar a nuestros propios
gobernantes: ése era el sentir general entre los más radicales de la
generación de los sesenta.

En febrero de 1968 los comunistas vietnamitas lanzaron su famosa ofensiva
del Tet, atacando a las tropas estadounidenses en cada gran ciudad
survietnamita. El *grand finale* fue la imagen de las guerrillas vietnamitas
ocupando la embajada norteamericana de Saigón (Ho Chi Minh City) e izando su
bandera en el tejado. Se trataba, indudablemente, de una misión suicida,
pero a la vez increíblemente valiente. El impacto fue inmediato. Por primera
vez la mayoría de ciudadanos estadounidenses se dio cuenta de que la guerra
era imposible de ganar. Los más pobres de ellos trajeron Vietnam a su propio
hogar ese mismo verano en forma de revuelta contra la pobreza y la
discriminación, cuando los guetos negros explotaron en las mayores ciudades
de los Estados Unidos, en una serie de revueltas en las cuales los soldados
negros jugaron un rol prominente.

Aquella chispa prendió fuego en todo el mundo. En marzo de 1968 los
estudiantes de la universidad de Nanterre en Francia salieron a las calles y
el Movimiento 22 de Marzo vio la luz, con dos Daniels (Cohn-Bendit y
Bensaid, entonces estudiantes de Nanterre, y ambos aún en activo en la
política verde o izquierdista) desafiando al león francés, Charles de
Gaulle, el monárquico y distante presidente de la Quinta República, quien,
en un arranque pueril, luego describiría como *chie-en-lit* -”mierda en la
cama”- los acontecimientos en Francia que estuvieron a punto de hacerle
caer. Los estudiantes empezaron reclamando reformas universitarias, luego
pidieron directamente la revolución.

Ese mismo mes, en Londres, una demostración contra la Guerra de Vietnam se
dirigió hacia la embajada norteamericana en Grosvenor Square. Se volvió
violenta. Como los vietnamitas, quisimos ocupar la embajada, pero se había
desplegado a la policía montada para proteger la ciudadela. Tuvieron lugar
enfrentamientos y el senador estadounidense Eugene McCarthy, viendo las
imágenes, pidió el fin de una guerra que había llevado, entre otras cosas, a
“nuestra embajada en la capital que nos es más amistosa de Europa” a ser
constantemente asediada. En comparación con lo que florecía en todos los
sitios, Gran Bretaña era un espectáculo de segunda fila (”…*in sleepy
London Town there’s just no place for a street fighting man*”, cantaría más
tarde Mick Jagger ese mismo año): las ocupaciones en las universidades y los
disturbios en Grosvenor Square no supusieron ninguna amenaza real para el
gobierno laborista, que respaldaba a los Estados Unidos, aunque se negó a
enviar tropas a Vietnam.

En Francia, el filósofo existencialista Jean-Paul Sartre se encontraba en la
cima de su influencia. Contrario a los apologistas estalinianos, argumentó
que no existía ninguna razón para preparar la felicidad del día de mañana al
precio de la injusticia, la opresión o la miseria hoy. Lo que se requería
era un cambio ahora.

En mayo, el levantamiento de los estudiantes de Nanterre se había extendido
hacia París y los sindicatos. Nosotros estábamos preparando el primer número
de *The Black Dwarf **(1) *cuando el 10 de mayo estalló la capital franceas.
Jean-Jacques Lebel, nuestro sufriente corresponsal en París, que hubo de
soportar los gases de la policía, nos enviaba noticias por teléfono cada
pocas horas. Nos contó lo siguiente: “Se ha enviado a un conocido
comentarista de fútbol al Barrio Latino a cubrir los sucesos de la noche y
ha informado que ‘ahora los CRS [la policía antidisturbios francesa] está
cargando, están tomando por la fuerza la barricada -¡Oh Dios! Ha empezado
una batalla. Los estudiantes contraatacan, podéis oír el ruido – los CRS se
retiran. Ahora se están reagrupando, preparándose para cargar de nuevo. Los
habitantes están arrojándoles cosas desde sus ventas y los CRS -¡Oh! La
policía está respondiendo, disparando granadas contra las ventanas de los
apartamentos…’ cuando el productor le interrumpió: ‘No puede ser cierto,
¡los CRS no hacen cosas como ésa!’

‘Te explico lo que estoy viendo…’ Su voz se apaga. Le han cortado la
emisión.”

La policía no pudo tomar el Barrio Latino, ahora bautizado como el Barrio
del Heroico Vietnam. Tres días después un millón de personas ocupó las
calles de París, reclamando el fin de un estado podrido y cubriendo los
muros con eslóganes como “defended la imaginación colectiva”, “bajo los
adoquines, la playa” o “las mercancías son el opio del pueblo, la revolución
el éxtasis de la historia”.

Eric Hobsbawn escribió en *The Black Dwarf*: “Lo que nos enseña Francia es
que cuando alguien demuestra que la población no es impotente, ésta puede
empezar a actuar de nuevo.”

Estuve planeando volar hacia París -era algo de lo que estuvimos discutiendo
en la revista-, pero recibí una llamada nocturna. Una voz relamida me dijo:
“No sabes quién soy, pero no abandones el país hasta que hayan pasado tus
cinco años aquí o no te dejarán volver.” En aquella época la ciudadanía de
la Commonwealth se conseguía automáticamente después de cinco años de
residencia. Y yo no completaba mis cinco años hasta octubre de 1968. El
gabinete de ministros laboristas aún discutía en público si debía o no ser
deportado. Algunos amigos abogados me confirmaron que no debía de abandonar
el país. Clive Goodwin, el editor de nuestra revista, vetó mi viaje y fue él
mismo en mi lugar quien viajó hasta París.

Fui un año después para ayudar a Alain Krivine, uno de los líderes de la
revuelta de mayo de 1968, en su campaña presidencial por la Ligue Communiste
Révolutionnaire. Nada más llegar al aeropuerto de Orly, volviendo de un
mítin en Toulouse, la policía francesa rodeó el avión. “Espero que sea por
tí, no por mí”, masculló Krivine. Y lo era. Se había expedido una orden de
expulsión contra mí en Francia que no fue retirada hasta mucho después, con
la elección de François Mitterand.

La revolución no tuvo lugar, pero Francia fue enteramente sacudida por los
acontecimientos. De Gaulle, poseedor de un fino sentido de la historia,
consideró la idea de un golpe de estado: a primeros de junio voló desde una
base militar a Baden-Baden, donde habían estacionadas tropas francesas, para
preguntarles si le apoyarían en su decisión en caso de que París cayera en
manos de los revolucionarios. Las tropas se mostraron de acuerdo, pero
exigieron la rehabilitación de los generales ultra-derechistas a los cuales
De Gaulle había expulsado del ejército por su oposición a la retirada del
ejército francés de Argelia. Se cerró el trato. De Gaulle llegó a abofetear
a su ministro de interior cuando éste sugirió que Sartre debería ser
arrestado: “No se puede encarcelar a Voltaire”, dijo.

El ejemplo francés se extendió, haciendo preocupar a los burócratas de Moscú
tanto como a las elites dominantes occidentales. Había que hacer entrar en
vereda a un grupo de gente ingobernable e indisciplinada. Robert Escarpit,
el corresponsal de *Le Monde*, escribió el 23 de julio de 1968: “un francés
que viaje al extranjero se siente tratado como un convaleciente que padece
una perniciosa fiebre. ¿Cómo surgieron los sarpullidos de las barricadas?
¿Cuál era la temperatura a las cinco de la tarde el 29 de mayo? ¿Está la
medicina gaullista atacando realmente las raíces de la enfermedad? ¿Hay
peligro de una recaída?… Pero hay una pregunta que les cuesta formular,
quizá por miedo de oír la respuesta. Todos quieren conocer, de corazón, con
miedo o esperanza, si la enfermedad es contagiosa.”

Era contagiosa. En Praga, los reformistas comunistas -muchos de ellos héroes
de la resistencia antifascista durante la Segunda Guerra Mundial- habían
proclamado aquella primavera un “socialismo con rostro humano”. El objetivo
de Alexander Dubcek y de sus partidarios era democratizar la vida política
de Checoslovaquia. Fue el primer paso hacia una democracia socialista, y
como tal fue vista en Moscú y Washington. El 21 de agosto los rusos enviaron
sus tanques y aplastaron el movimiento de reforma.

En cada capital de Europa Occidental hubo protestas. Los tabloides del Reino
Unido atacaban constantemente a los izquierdistas, tachándoles de “agentes
de Moscú”, acusación que se vieron obligados a retirar cuando marchamos
hacia la embajada soviética denunciando la invasión de Checoslovaquia
vehementemente y quemando retratos del abotargado líder soviético Leonid
Brezhnev. Alexander Solzhenitsyn después declararía que la invasión
soviética de Checoslovaquia fue para él la gota que colmó el vaso. Entonces
se dió cuenta de que aquel sistema nunca podría ser reformado desde dentro,
sino que debía ser derrocado. No fue el único. Los burócratas de Moscú
habían sellado su propio destino.

En México, los estudiantes tomaron sus universidades, reclamando el fin de
la opresión y del gobierno unipartidista. El ejército fue enviado a ocupar
las universidades, algo que hizo durante meses, convirtiéndose en el
ejército más educado del mundo. El 2 de octubre -con los ojos del mundo
puestos en Ciudad de México, 10 días antes de que empezaran los Juegos
Olímpicos- miles de estudiantes se lanzaron a las calles para manifestarse.
Una masacre empezó al atardecer. Las tropas abrieron fuego contra la
multitud, que escuchaba los discursos en una de las mayores plazas de la
ciudad. Asesinaron a docenas de personas y cientos de ellas resultaron
heridas.

Y entonces, en noviembre de 1968, estalló Pakistán. Los estudiantes se
enfrentaron al aparato estatal de una dictadura militar corrupta y decadente
respaldada por los Estados Unidos (¿os suena de algo?). Se unieron a ellos
trabajadores, abogados, empleados de cuello blanco, prostitutas y otros
estratos sociales, y a pesar de la enorme represión (se asesinó a cientos de
ellos), la lucha creció en intensidad y, al año siguiente, el Mariscal de
Campo Ayud Khan fue derrocado.

Cuando llegué en febrero de 1969, el país estaba exultante de júbilo.
Hablando en mítines a lo largo de todo el país junto con el poeta Habib
Jalib, nos encontramos con una atmósfera muy diferente a la que había en
Europa. Aquí el poder no parecía tan lejano. La victoria sobre Ayub Khan
llevó a las primeras elecciones generales en la historia del país. Los
nacionalistas bengalíes en Pakistán este obtuvieron una mayoría que la élite
y los principales políticos del país se negaron a aceptar. La guerra civil
condujo a la intervención militar de India y eso terminó con el viejo
Pakistán. Blangadesh fue el resultado de esa cesárea sangrienta.

La década gloriosa (1965-1975), de la cual el año 1968 fue sólo el punto
culminante, consistió básicamente en la coincidencia de tres narrativas
simultáneas. Dominaba la política, pero hubo otras dos que dejaron una
huella más profunda: la liberación sexual y un espíritu emprendedor de base.
Cuando editaba *The Black Dwarf* en 1968-69 solicitábamos constantemente
donaciones a los lectores. Un día un tipo vestido con una túnica entró en
nuestra oficina en el Soho y sacó 25 mugrientos billetes de cinco libras,
nos dio las gracias por sacar la revista y se marchó. En lo sucesivo, haría
eso cada dos semanas. Al final le pregunté quién era y si había alguna razón
particular que explicara su generosidad. Resultó que tenía un puesto en
Portobello Road y, en relación a la razón por la que quería ayudar, muy
sencillo: “El capitalismo mola tan poco, tío.” Ahora el capitalismo tampoco
mola y, desde luego, es mucho más agresivo.

En cierto modo, los sesenta fueron una reacción a los cincuenta, y a la
intensificación de la Guerra Fría. En los Estados Unidos, los cazadores de
brujas mccarthistas habían causado estragos en los cincuenta, pero ahora los
escritores *blacklisted*, quienes figuraron en las listas negras, podían
volver a trabajar; en Rusia, cientos de prisioneros políticos fueron
liberados, se cerraron los *gulags* y los crímenes de Stalin fueron
denunciados por Khruschev mientras Europa oriental temblaba excitada por la
noticia y las esperanzas de una rápida reforma. Esperaron en vano.

El espíritu de renovación se extendió también al terreno de la cultura: la
primera novela de Solzhenitsyn fue serializada en la revista literaria
oficial, *Novy Mir*, y un nuevo cine se apoderó de la mayoría de Europa. En
España y Portugal, gobernadas en aquella época por los fascistas favoritos
de la OTAN, Franco y Salazar, la censura persistió, pero en el Reino Unido
la novela de D.H. Lawrence *El amante de Lady Chatterley*, escrita en 1928,
fue publicada en 1960 por primera vez. El libro, en su edición íntegra,
vendió dos millones de copias.

Siguiendo la obra pionera de Simone de Beauvoir *El segundo sexo* (1949),
Juliet Mitchell disparó una nueva salva en diciembre de 1966. Su largo
ensayo, *Women: The Longest Revolution*, apareció en *New Left Review* y se
convirtió inmediatamente en un punto de referencia, resumiendo los problemas
a los que se enfrentaban las mujeres: “En las sociedades industriales
avanzadas, el trabajo de las mujeres es marginal con respecto a la economía
global… se ofrece a las mujeres un universo de su propiedad: la familia.
Como la mujer misma, la familia aparece como un objeto natural, pero en
realidad es una creación cultural… Los dos pueden ser exaltados,
paradójicamente, como ideales. La ‘verdadera’ mujer y la ‘verdadera’ familia
son imágenes de paz y abundancia, cuando en realidad ambas pueden albergar
violencia y desesperación.”

En septiembre de 1968 feministas estadounidenses interrumpieron el concurso
de Miss Mundo en Atlantic City, un toque de atención del movimiento de
liberación de la mujer que cambiaría la vida de las mujeres al reclamar
reconocimiento, independencia y una voz igual a la del hombre en un mundo
dominado por ellos. La portada del número de enero de 1969 de *Black
Dwarf *dedicó
el año a la mujer. En su interior publicamos la firme llamada a las armas
feminista de Sheila Rowbotham. (Cuando escribo estas líneas, la profesora
Rowbotham, ahora una distinguida académica, ve peligrar su trabajo por los
repugnantes, grises contables que dirigen hoy la Universidad de Manchester.
Nos encontramos en una época de universidades facturadas en serie en las que
las celebridades cobran auténticas fortunas por impartir ocho horas a la
semana y los genuinos estudiosos son arrojados sin contemplación a la
basura.)

Y sí, también estaba el principio de placer. Que los sesenta fueron
hedonistas es indiscutible, pero lo fueron de una manera diferente a la
fórmula comercializada de hoy. En aquella época el hedonismo supuso una
ruptura con el puritanismo hipócrita de los cuarenta y cincuenta, cuando los
censores prohibían mostrar a las parejas casadas compartiendo una cama en la
pantalla del cine y los pijamas eran obligatorios. Una época de agitación
radical desafía todas las restricciones. Siempre fue así. En el Londres del
siglo XVIII, que en tantas cosas prefiguraba al Londres posterior, la
experimentación sexual requería la tapadera de iglesias que se alejaran de
la ortodoxia, como los moravianos o los surrealistas swedenborgianos (para
los cuales el “amor por lo sagrado” tenía su mejor expresión en la
“proyección del semen”): ambas predicaban las virtudes de combinar el
éxtasis religioso y sexual. Las orgías sexuales eran una característica
habitual en los rituales moravianos, de acuerdo a los cuales la penetración
sexual era similar a penetrar en las heridas de Cristo. William Blake y su
círculo estuvieron profundamente implicados en todo ello y algunas de sus
pinturas que representaban este mundo fueron censuradas en la época. Espero
que todo esto no llegue tan lejos como para escandalizar a mi viejo amigo
Tony Benn *(2)* y quienes cantan *Jerusalem* sin darse cuenta de su
significado oculto:

*Bring me my bow of burning gold! *

*Bring me my arrows of desire! *

*Bring me my spear! *

[*¡Traedme mi arco de oro ardiente!/ ¡Traedme mis flechas de deseo! /
¡Traedme mi lanza!*]

La homosexualidad en el Reino Unido fue despenalizada en 1967. Aparecieron
los movimientos de liberación homosexual, con activistas que exigían el fin
de toda la legislación homófoba, y empezaron a organizarse los desfiles del
Orgullo Gay, inspirados en las luchas de los afroamericanos por la igualdad
de derechos y su orgullo negro (*black pride*). Todos los movimientos
aprendían los unos de los otros. Los avances en los derechos sociales, los
movimientos feministas y gay, todo aquello se da hoy por sentado, tuvo que
ser ganado en una lucha en las calles contra unos enemigos que estaban
combatiendo una “guerra contra el horror”.

La historia raramente se repite, pero su eco nunca desaparece. En el otoño
del 2004, cuando me encontraba en una gira de conferencias por los Estados
Unidos que coincidía con la campaña de reelección de Bush, en una
concentración antiguerra en Madison percibí un eco muy directo de todo
aquello en una pegatina que vi en un automóvil: “Iraq quiere decir Vietnam
en árabe” (*Iraq is Arabic for Vietnam)*. El ingeniero de sonido de la sala,
un mexicano-americano, me susurró al oído, orgulloso, que su hijo, un marine
de 25 de años, acababa de regresar de su servicio como soldado en la ciudad
sitiada de Fallujah en Irak, escenario de horribles masacres de soldados
estadounidenses, y que aparecería en el mítin. No lo hizo, pero apareció
después con un par de amigos, ambos civiles. Pudo ver como la sala estaba
llena de activistas antiguerra y antibush.

El joven marine de pelo rapado, G, narró historias de entrega y coraje. Le
pregunté por qué se había unido al cuerpo de marines. “Para la gente como yo
no hay otra elección. Si me hubiera quedado aquí, me hubieran matado en las
calles o hubiera terminado en la cárcel cumpliendo condena de por vida. El
cuerpo de marines salvó mi vida. Me entrenaron, se preocuparon por mí y me
cambiaron completamente. Si hubiera muerto en Irak, al menos sería el
enemigo quien me hubiera matado. En Fallujah todo en lo que podía pensar era
en cómo mantener a los hombres bajo mi mando a salvo. Eso era todo. Muchos
de los chavales que se manifiestan por la paz aquí no tienen problemas. Van
a la universidad, se manifiestan y pronto se olvidan de todo en cuanto
consiguen un trabajo bien pagado. Para la gente como yo no es tan fácil.
Creo que debería existir una leva. ¿Por qué sólo los jóvenes pobres tienen
que estar allí? De todos los marines con los que he trabajado, quizá sólo un
cuatro o cinco por ciento eran verdaderos fanáticos amantes de la bandera.
El resto de nosotros está haciendo un trabajo, lo está haciendo bien y
esperando volver sin ser KIA [killed in action, asesinado en combate] o
herido.”

Después G se sentó en un sofá entre dos hombres mayores, ambos ex
combatientes. A su izquierda estaba Will Williams, de sesenta años, nacido
en Mississipi, quien se alistó en el ejército a los 17 años. Estaba seguro
que de no haber abandonado Mississipi el Ku Klux Klan o cualquier otro grupo
racista le hubiera asesinado. Él también me explicó que el ejército “le
había salvado la vida.” Después de un período de servicio en Alemania fue
enviado a Vietnam. Herido en combate, recibió el Corazón Púrpura y dos
estrellas de bronce; también empezó a cambiar de idea cuando se unió a la
rebelión de las tropas negras en Camranh Bay en protesta contra el racismo
dentro del ejército estadounidense.

Tras un difícil período de adaptación, Williams empezó a leer seriamente
política e historia. Sintiendo que el país le había engañado una vez más, él
y Dot, su colega de más de 43 años, se unieron al movimiento opositor a la
guerra de Irak, llevando sus voces de coro de gospel a los mítines y
manifestaciones.

A la derecha de G estaba Clarence Kailin, que aquel verano cumplía 90 años,
uno de los pocos supervivientes que quedan de la Brigada Abraham Lincoln que
luchó en el bando republicano durante la Guerra Civil española. Él también
estuvo participando activamente en el movimiento contra la guerra de Irak.
“Hicimos nuestro viaje en secreto, incluso para nuestras familias. Fui
conductor de camión, luego soldado de infantería y después camillero por un
corto período de tiempo. Vi muy de cerca la brutalidad de la guerra. De los
cinco de Wisconsin que vinieron a España conmigo, dos murieron… después
vino Vietnam, y aquella vez los chicos de aquí murieron en el lado
equivocado. Ahora tenemos Irak. La cosa está muy mal, pero aún creo que hay
una bondad innata en la gente, por la cual tantos pueden romper con un
pasado indigno.”

En el 2006, después de servir de nuevo en Irak, G no pudo aceptar más
cualquier otra justificación de la guerra. Admiraba a Cindy Sheenan y al
grupo “Familiares de soldados contra la guerra”, el grupo antiguerra en
activo más efectivo y constante en todos los Estados Unidos.

Una década antes de la Revolución Francesa, Voltaire observó que “la
historia son las mentiras con las que estamos de acuerdo.” Poco acuerdo hubo
después respecto a cualquier cosa. El debate sobre el 68 fue recientemente
reavivado por Nicolas Sarkozy, quien fanfarroneó asegurando que su victoria
en las elecciones presidenciales del año pasado era el último clavo en el
ataúd del 68. La cortante respuesta del filósofo Alain Badiou fue comparar
al nuevo presidente de la república con los Borbones de 1815 o el Mariscal
Pétain durante la guerra. Ellos también hablaron de clavos y ataúdes.

“El Mayo del 68 nos impuso el relativismo moral e intelectual”, declaró
Sarkozy. “Los herederos del Mayo del 68 impusieron la idea de que no había
ninguna diferencia entre el bien y el mal, la verdad y la mentira, la
belleza y la fealdad. La herencia del Mayo del 68 introdujo el cinismo en la
sociedad y en la política.”

Incluso culpó al legado del Mayo del 68 de las sórdidas y codiciosas
prácticas empresariales. El ataque del Mayo del 68 a los estándares éticos
ayudó a “debilitar la ética del capitalismo, a preparar el terreno para el
capitalismo sin escrúpulos de los paracaídas dorados con los que se equipan
los empresarios más canallas.” Así que la generación de los sesenta es de
golpe la responsable de Enron, Conrad Black *(3)*, la crisis de las
hipotecas *subprime*, Northern Rock, los políticos corruptos, la
desregulación, la dictadura del “libre mercado” y de una cultura
estrangulada por el oportunismo más descarado.

La lucha contra Vietnam duró 10 años. En el 2003 la gente salió a la calle
de nuevo en Europa y América, incluso en un número mayor, para intentar
detener la guerra de Irak. El ataque preventivo falló: el movimiento careció
de la fuerza y de la resonancia de sus predecesores. En 48 horas había
prácticamente desaparecido, poniendo de relieve cómo los tiempos han
cambiado.

¿Hubo sueños y esperanzas en 1968 o no fue todo más que una vana fantasía?
¿O la cruel historia abortó algo nuevo que estaba a punto de nacer?
Revolucionarios –anarquistas utópicos, castristas, toda suerte de
trotskistas, maoístas de toda laya– quisieron el bosque completo. Los
liberales y los socialdemócratas se agarraron a un sólo árbol. El bosque,
nos advertían, era una distracción, demasiado vasto e imposible de definir,
mientras que un árbol era un trozo de madera que podía ser identificado,
mejorado y convertido en una silla o una mesa. Ahora el árbol también se ha
ido.

“Sois como los peces que sólo ven el anzuelo y no el sedal”, les
respondíamos, burlándonos. Nosotros creíamos -y seguimos creyendo- que la
gente no debería ser juzgada por sus posesiones materiales, sino por su
habilidad para transformar la vida de otros, la de los pobres y los no
privilegiados; que la economía necesitaba ser reorganizada en interés de la
mayoría y no de la minoría; y que el socialismo sin democracia nunca
funcionaría. Por encima de todo, creíamos en la libertad de expresión.

Muchas de estas cosas parecen utópicas hoy y algunas, para quienes 1968 no
fue lo suficientemente radical en aquella época, han capitulado al presente
y, como los miembros de las antiguas sectas que pasaban con una pasmosa
facilidad del libertinaje ritual a la castidad, ahora ven en cualquier forma
de socialismo la serpiente que tentó a Eva en el paraíso.

El colapso del “comunismo” en 1989 creó la base para un nuevo acuerdo
social, el Consenso de Washington, por el cual la desregulación y la entrada
del capital privado en el hasta ahora dominio sagrado de los recursos
públicos se convierte por doquier en norma, haciendo superflua a la
socialdemocracia y amenazando al proceso democrático mismo.

Algunos, que entonces soñaron con un futuro mejor, simplemente se han
rendido. Otros dan su apoyo a la amarga máxima de que “o cambias o nunca te
ganarás la vida” (*unless you relearn you won’t earn*). La
*intelligentsia*francesa, que de la Ilustración en adelante hizo de
París el taller político
del mundo entero, lidera hoy la retirada en todos los frentes. Los renegados
ocupan cargos en cada gobierno occidental defendiendo la explotación, las
guerras, el terrorismo estatal y las ocupaciones neocoloniales; otros ahora
retirados de la academia se han especializado en producir basura
reaccionaria en la *blogosfera*, empleando el mismo celo con el cual
excorcizaban a las facciones rivales en la extrema izquierda. Tampoco es
nada nuevo. La respuesta de Shelley a Wordsworth, quien tras dar la
bienvenida a la Revolución Francesa se retiró a un conservadurismo pastoral,
lo expresaba bien:

*En la pobreza honrada tu voz urdía *

*Cantos a la libertad y a la verdad *

*Que abandonaste y no me deja de afligir *

*Porque lo que eras ha tenido caducidad. *

*NOTAS DEL TRADUCTOR:** **(1)** The Black Dwarf *fue un semanario
político-cultural publicado en el Reino Unido entre mayo de 1968 y mayo de
1972. *The Black Dwarf* tomó su nombre de una publicación política radical
del siglo XIX, con la que estableció continuidad, figurando en la portada
del número de mayo del 68, “vol. 13, nº 1″. Por sus páginas pasaron Clive
Goodwin, Robin Fior, David Mercer, Mo Teitlebaum, Adrian Mitchell, Sheila
Rowbotham, Sean Thompson, Roger Tyrrell y Fred Halliday entre otros. Tariq
Alí fue su editor hasta 1970, cuando una escisión en el seno de la revista
le llevó a fundar con otros miembros de la redacción *The Red Mole*. *(2) *Tony
Benn (n. 1925), político socialista. Fue secretario de estado para la
industria y secretario de estado para la energía en los gobiernos laboristas
de Harold Wilson y James Callaghan. Actualmente es representante del ala
izquierda (o *Old Labour*, en contraposición al *New Labour* de Tony Blair y
sus partidarios) del Partido Laborista británico. *(3) *A diferencia de
Enron, Northern Rock o las hipotecas *subprime*, el escándalo protagonizado
por* *Conrad Moffat Black (1944) no ha tenido la misma repercusión mediática
en el Reino de España. Como accionista mayoritario de Hollinger
International Inc., Conrad Black llegó a controlar los diarios *Daily
Telegraph*, *Chicago Sun Times*, *Jerusalem Post*, *National Post *y cientos
de cabeceras locales en los Estados Unidos. A través de varias sociedades
fiscales Black llegó a defraudar más de 6 millones de dólares a los
accionistas de Hollinger International Inc., delito por el que fue detenido
y juzgado en el 2007 por tres cargos de fraude fiscal y uno de obstrucción a
la justicia.

*NOTAS DEL TRADUCTOR:** **(1)** The Black Dwarf *fue un semanario
político-cultural publicado en el Reino Unido entre mayo de 1968 y mayo de
1972. *The Black Dwarf* tomó su nombre de una publicación política radical
del siglo XIX, con la que estableció continuidad, figurando en la portada
del número de mayo del 68, “vol. 13, nº 1″. Por sus páginas pasaron Clive
Goodwin, Robin Fior, David Mercer, Mo Teitlebaum, Adrian Mitchell, Sheila
Rowbotham, Sean Thompson, Roger Tyrrell y Fred Halliday entre otros. Tariq
Alí fue su editor hasta 1970, cuando una escisión en el seno de la revista
le llevó a fundar con otros miembros de la redacción *The Red Mole*. *(2) *Tony
Benn (n. 1925), político socialista. Fue secretario de estado para la
industria y secretario de estado para la energía en los gobiernos laboristas
de Harold Wilson y James Callaghan. Actualmente es representante del ala
izquierda (o *Old Labour*, en contraposición al *New Labour* de Tony Blair y
sus partidarios) del Partido Laborista británico. *(3) *A diferencia de
Enron, Northern Rock o las hipotecas *subprime*, el escándalo protagonizado
por* *Conrad Moffat Black (1944) no ha tenido la misma repercusión mediática
en el Reino de España. Como accionista mayoritario de Hollinger
International Inc., Conrad Black llegó a controlar los diarios *Daily
Telegraph*, *Chicago Sun Times*, *Jerusalem Post*, *National Post *y cientos
de cabeceras locales en los Estados Unidos. A través de varias sociedades
fiscales Black llegó a defraudar más de 6 millones de dólares a los
accionistas de Hollinger International Inc., delito por el que fue detenido
y juzgado en el 2007 por tres cargos de fraude fiscal y uno de obstrucción a
la justicia.

*Tariq Alí *es miembro del consejo editorial de Sin Permiso.* *

*Traducción para **www.sinpermiso.info**: **Àngel Ferrero*

Ajude a construir a rede de comunicação e solidariedade Flor da Palavra,
unindo ativismo, pesquisa, arte, comunicação, festa, trabalho, educação e
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Para a construção da rede e seus pequenos e grandes encontros existe uma
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Ocupação da Monsanto em SP

As mulheres da Via Campesina ocuparam uma unidade de pesquisa biotecnológica da empresa americana Monsanto e destruíram um viveiro e o campo experimental de milho transgênico, em Santa Cruz das Palmeiras (na altura do km 229 da Anhanguera), no interior de São Paulo, na manhã desta sexta-feira (07/03). Veja outras fotos da ação

A Via Campesina protesta contra a liberação de duas variedades de milho transgênico pelo Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS). O governo Lula cedeu às pressões das empresas do agronegócio e liberou, em fevereiro, o plantio e comercialização das variedades Guardian (da linhagem MON810 da Monsanto) e a Libertlink (da alemã Bayer).

A liberação dessas variedades demonstra, mais uma vez, que o governo Lula fez uma opção política pelo agronegócio e pelas grandes empresas estrangeiras da agricultura, deixando de lado a Reforma Agrária e a agricultura familiar.

A manifestação faz parte da Jornada Nacional de Lutas da Via Campesina (veja outras ações no Especial 8 de Março), que já mobilizou cinco estados contra o agronegócio. Em 2001, o Greenpeace já havia realizado um protesto nessa mesma área e encontrou plantio ilegal de milho geneticamente modificado.

A expansão dos transgênicos por todo o país tira o controle das sementes dos trabalhadores rurais, passa para as empresas transnacionais e pode inviabilizar a produção de alimentos orgânicos. Um relatório do Greenpeace apontou 39 casos de contaminação e cultivo ilegal de variedades geneticamente modificadas em 23 países. A maior parte deles envolve o cultivo de milho. Desde 2005, já foram identificados 216 eventos de contaminação em 57 países.

Também não existem estudos científicos que garantam que os alimentos transgênicos não têm efeitos negativos para a saúde humana e para a natureza. As dúvidas em relação aos alimentos modificados em laboratórios levam 81,9% do povo brasileiro a rejeitar o plantio de OGMs, de acordo com pesquisa realizada a pedido do Greenpeace.

Atualmente, quatro empresas transnacionais dominam quase todo o mercado de transgênicos no mundo e 49% de todo o mercado de sementes. A Monsanto, por exemplo, detém o controle de 70% da produção de sementes das variedades comerciais de milho no Brasil e agora pode substituí-las por transgênicos.

A Via Campesina denuncia que os transgênicos não são simplesmente organismos geneticamente modificados, mas produtos criados em laboratórios que colocam a agricultura nas mãos do mundo financeiro e industrial.

A sociedade não está mais diante da agricultura tradicional, mas de grupos que usam transgênicos para controlar as sementes e impor o uso de insumos e venenos que produzem, privatizando o papel de melhoramento das sementes e cultivo dos camponeses e indígenas.

A proposta das mulheres camponesas para o campo tem base na defesa da soberania alimentar, que prevê que cada país tenha condições de produzir seus alimentos, garantindo sua autonomia e criando condições para o combate à fome e ao desenvolvimento da agricultura.

URL:: http://www.mst.org.br/mst/pagina.php?cd=5045

Indios Trukás Pedem Socorro

Cabrobó/PE, 06 de fevereiro de 2008.

Carta s/n - Índio Pedindo Socorro Urgente

Meu nome: e Ailson dos Santos - Yssô Truká, sou índio do Povo Truká em Cabrobó Pernambuco, residente na terra indígena Truká Ilha Nossa Senhora da
Assunção, aldeia jatobazeiro em Cabrobó Pernambuco. Leito do Rio São Francisco no Sub Médio São Francisco.

Venho por meio deste pedir socorro a todos que possa me ajuda, em 27 de janeiro do ano em curso fui agredido por Policiais Militares da segunda
companhia independeste de Cabrobó/PE:

A) Ilha Nossa Senhora da Assunção, na aldeia jatobazeiro local da minha residência, o meu filho Pedro Vieira dos Santos, com apenas 16 anos foi
preso por 3 Policiais à paisana por volta das 21:00h com um carro particular de propriedade desconhecida, os mesmos invadiram a aldeia, e enfrente a minha
terra abordaram o meu filho e meu sobrinho, procurando de quem o mesmo era filho, o mesmo respondeu que era meu filho e ai foi espancado juntamente com o meu sobrinho Welliton dos Santos Barros de 15 anos, em seguida liberaram o meu sobrinho, e o meu filho levaram preso com a alegação que o mesmo é de menor e estava dirigindo uma motocicleta sem habilitação e sem documento obrigatório, informo ainda que a motocicleta é de minha propriedade, alem do mais existe um acordo da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco, Policia federal, Procuradoria Federal, Justiça Federal e o Poder Judiciário Local, que no interior da terra indígena: Capacete, Documento Atrasado de Veiculo Auto Motores, Indígenas não Habilitados e Adolescentes não sofreriam penalidades estabelecidas no Código de Transito Brasileiro, por se tratar de uma terra indígena, mais não foi o que aconteceu, eles levaram o meu filho para o Batalhão da Policia Militar e tiram fotos do meu filho fossaram a ele gravar um depoimento dizendo que ele estava bêbado, em seguida procuram a o meu filho onde eu estava, o meu filho desse que eu estava no AABB, o comandante do Batalhão mandou que 3 viatura policial cercassem o meu carro e me abordasse, e se houvesse alguma reação por minha parte que eu fosse detido e levado a delegacia, e ao mesmos cumpriram as ordem na integra.

Fui acusado de esta embriagado, mais eu não estava bebendo neste dia, fui acusado e multado com alegação do meu carro ter atropelado um Policial, mais
não sai com o carro, fui acusado de ter com super lotação no meu carro, mais o carro não saiu do lugar, em fim dormi na delegacia sem saber porque, só sei que a
minha motocicleta e meu carro foram presos e cada um com duas multa isso perdendo pontos na carteira sem dever.

Sei que a Policia Militar de Pernambuco em Cabrobó esta sem controle, criminalizando os cidadãs, descriminando os cidadãos específicos e diferenciados como os índios Truká. Os Policiais Militares responsáveis por tal descriminação foram: o Tenente PM Elso e o Soldado PM/PE Cariri, os mesmos dizem que na Ilha não têm índios, e ao mesmo tempo estavam me prendendo por este bêbado e ser índio, dizendo eles que tem uma lei que proíbe que índios bebam, e se encontra índios bebendo teve ser preso imediatamente, mais eu não estava bêbado por esta tomando remédio ante alérgico, pelo fato de esta com uma reação alérgica no nome do medicamento é Hysten.

Portanto peso a quem poder me ajudar, que me ajude estamos sofrendo com as ações autoritária dos Policiais Militar de Pernambuco na Cidade de Cabrobó,
o meu Povo pede socorro à falta de respeito por parte destes com o meu Povo é muito grande os jovens do meu Povo não tem mais o prazer de ir a cidade pois tem
medo da Policia agredirem a todos, alem do mais somos vitima de outras ações criminosa da Policia Militar na nossa aldeia, onde um tal de Tenente PM conhecido como Hanse e mais 3 Soldado PM mataram a sangue frio dois indígena Truká por volta das 20:30h do dia 30 de junho de 2005,(Pai e seu filho de 16anos), e ate hoje não deu em nada estão todos em pune, por isso peso ajuda a que poder me ajuda e ajuda o Povo Truká.

Ailson dos Santos - Yssô Truká

OCUPAR, TRANSMITIR, RESISTIR! SEMPRE!*

“O direito é a forma pela qual se expressa o poder do Estado. Mas, a
legitimidade do direito não advém somente de sua mera aceitação fática. Pelo
contrário, o direito só é digno de reconhecimento, ou seja, legítimo se
amparado pela soberania popular realizada nos direitos de comunicação e
participação que garantam a autonomia pública dos cidadãos”. (Habermas).

Desde sua origem em Belém do Pará, as Rádios Comunitárias sempre
desempenharam uma função relevante para desenvolver a inclusão social e a
cidadania plena, assegurando a formação de opinião pública, livre, laica e
pluralista – como deveria ser em qualquer regime democrático. No entanto,
apesar do elenco de direitos constitucionalmente
garantidos[1].

*Para nós*, a “*Desobediência Civil*” continua a ser uma via necessária para
garantia do direito a livre expressão da atividade intelectual, científica e
de comunicação - tal como reza a própria Constituição Federal de 1988, em
seu Artigo 5º, Inciso IX.

No entanto, as normas jurídicas fundamentais de uma
constituição, também são a tradução do (des)equilíbrio político entre
classes sociais conflitantes. Portanto, através das leis podemos reconhecer
os interesses da classe que domina e a forma pela qual exerce o seu domínio.
A *lei 9.612/98* (que deveria regulamentar o serviço de radiodifusão
comunitária) ao invés torna-se uma solução, demonstra-se na prática um torpe
dispositivo de controle social, exercido pelo estado através de uma
legislação restritiva de direitos e de uma malha burocrática que dificulta o
acesso à outorga.

E em nome da manutenção deste poder dominante, graves violações
aos direitos fundamentais do ser humano acontecem “naturalmente”, como
num estado de exceção:

Na manhã de ontem, 30 de janeiro, técnicos em amordaçamento da
Agência Nacional de Telecomunicações – ANATEL, acompanhados por uma equipe
de agentes do aparelho repressivo do Estado Nacional – a Polícia Federal,
invadiram brutalmente a sede da Associação Cultural de Radiodifusão
Comunitária Resistência FM (doravante reconhecida como RESISTÊNCIA FM – O
Grito Rebelde da Periferia) na intenção de tomar o local de assalto e de lá
subtrair todos os seus equipamentos!

Neste momento, *EU* – já na condição de *refém* da operação, fui
declarado detido sob a acusação do crime de operar emissora de rádio sem a
‘devida’ licença. E, enquanto era inquirido pelos policiais, técnicos da
ANATEL operavam com visível satisfação o
*roubo[2] dos equipamentos e danificavam cabos e conexões dos demais componentes
eletrônicos.

*Rádio Comunitária não é crime!* Crime é a violação do direito humano
fundamental à comunicação, exercido livremente através das Rádios
Comunitárias. Crime de alto potencial lesivo é praticado pelo Estado
(detentor do monopólio da violência) ao descumprir acordos internacionais
sobre direitos humanos. Crime é o lobby institucionalizado no Ministério das
Comunicações para obtenção da outorga, onde fica claro que a existência de
um “padrinho político” é fator determinante para a aprovação do pedido de
licença e para garantia de velocidade de tramitação. Atuação criminosa
(principalmente a prevaricação) fica por parte da ANATEL.
Pois, segundo o próprio Relatório da Ouvidoria da Anatel, assinado por
Aristóteles dos Santos, em dezembro de 2007, fica comprovado que a agência
descumpre sistematicamente suas atribuições estabelecidas no Art. 45 da Lei
Geral de Telecomunicações - a citar: A Anatel ainda não cumpriu ou não fez cumprir
integralmente os propósitos que justificaram a sua criação, que seriam o de
incentivar a constituição de mercados competitivos, viabilizar a
universalização da telefonia fixa e assegurar efetividade ao setor. Não
instituiu equilíbrio isonômico do órgão regulador diante dos interesses do
Capital, do Estado e do Cidadão/ Consumidor. Não adotou as medidas concretas
visando à desagregação de redes - básica para a competição. Omite-se diante
da inexistente de competição na telefonia local, onde é flagrante a
distorção do modelo tarifário da telefonia fixa, repercutindo em tarifas
excessivamente altas, particularmente na assinatura básica. Mesmo não sendo
uma obrigação explícita da Anatel, não foram adotadas as medidas efetivas,
nem desenvolvidos os estudos consistentes para subsidiar as ações visando à
universalização de acesso à internet banda larga com preços e velocidades
compatíveis. Ou seja, a ANATEL serve unicamente para defesa do poder
econômico do mercado de telecomunicações.

A Operação de assalto à mão armada da Polícia Federal (que embora
tenha dissolvido o Grupo de Repressão às Rádios Clandestinas – GRAC,
continua a reprimir criminosamente os movimentos sociais) e da ANATEL, na
Resistência FM, foi completamente ilegal. Pois, não houve qualquer
oportunidade de ampla e prévia defesa, e nem sequer havia um “Mandado de
Busca e Apreensão” para ser apresentado no momento. Em fim, houve por parte
da ANATEL e PF invasão de propriedade, roubo e, finalmente, seqüestro!

Sim, pois de lá fui seqüestrado e levado até a Superintendência
da Polícia Federal encaminhar os procedimentos necessários para lavrar o TCO
– Termo Circunstancial de Ocorrência, que me incrimina no Art. 70 do Código
Brasileiro de Telecomunicações de 1962, da Lei 4.117/72 – com redação
alterada pelo Art. 3º do Decreto Lei nº236/67 — cuja pena máxima pode chegar
a dois anos de reclusão, além de apreensão do equipamento. Desta forma, logo
penso: Se “*o termômetro que mede a democracia de um país é o mesmo que mede
a participação dos cidadãos na comunicação*” como dizia o sociólogo Herbert
de Souza, estaríamos vivemos num estado de exceção não declarado? Com a
palavra, o Presidente da República!

E tudo isso pra quê? Para manter o poder político e econômico
dos Coronéis das telecomunicações, definindo a cada operação a anatomia do
crime de “lesa pátria”. Ora, trata-se de um fenômeno tipicamente nacional
chamado, no qual quem controla as concessões, promove a si mesmo e seus
aliados, ao passo que adultera a expressão dos seus adversários políticos
como fator importante na construção da opinião pública, tão disputada na
esfera estadual e federal. No “coronelismo eletrônico”, exercido por
concessionários-proprietários que controlam a radiodifusão comercial, a
moeda de troca continua sendo o voto, como no velho coronelismo. Só que não
mais com base na posse da terra, mas no controle da informação, ou seja, na
capacidade de influir na formação da opinião pública. Neste caso, outorga e
a renovação das concessões do serviço é a contra partida da União.
Em quase 10 anos da Lei 9.612, apenas uma entidade (a rádio comercial de
baixa potência - Belém FM) recebeu licença. Enquanto, por outro lado, já
perdemos a conta de quantas vezes recebemos a truculenta visita da caravana
da mordaça. Apesar de socialmente aceitas por sua função social legítima,
nenhuma rádio de caráter verdadeiro comunitário recebeu a devida assistência
do Estado, permanecendo assim aos olhos contraditórios do mesmo Estado como
emissoras *ilegais* (ou como preferirem: não-legalizadas).
Neste caso, torna-se absolutamente *legítima* a posição dos movimentos pela
democratização da comunicação ao exigirem a *imediata* *revisão da Lei 9.612
* - com a participação das entidades civis, do contrário que ela seja “Letra
Morta” até que sejam determinadas todas as garantias ao pleno exercício da
rádio-atividade. A Lei 9.612/98 restringe liberdades individuais e limita o
poder de ação da sociedade. Pois, impõe severas limitações técnicas como: a
redução da potência das Rádios Comunitárias a *25 watts* não permitindo que
sua abrangência ultrapasse o limite máximo de *1Km*. A antena (sistema
irradiante) não pode ultrapassar o limite de *30m*. Concede apenas *1 Canal*
*único e específico *para *todas* as rádios comunitárias com *licença* para
operar apenas *3 anos*. Portanto, até que sejam garantidas as mudanças na
lei para adequá-la a Declaração Universal dos Direitos Humanos e ao Pacto de
São José da Costa Rica, nenhuma Rádio Comunitária deveria ser obrigada a
disputar as Concessões do Serviço da Radiodifusão pelo Ministério das
Comunicações. Por outro lado, *ocupar freqüências no espectro FM*,
continuará a ser a tática mais adequada para democratizar a comunicação.
Além do mais, o “campo-eletromagnético” é uma propriedade pública e é um
dever de cada agente de comunicação popular *denunciar* *a* *outorga
*(Concessão de Serviço) como um dispositivo usado pelo Poder Público para ser um
instrumento de barganha política para seus apadrinhados a título de troca de
“favores”, ao mesmo tempo, que funciona como um sistema de controle de
emissões pelo poder do Estado, enquanto, a população fica excluída do
patrimônio público e refém dos proprietários-concessionários.
Segundo entendimento de uma decisão da Turma Recursal dos Juizados Especiais
Criminais, em São Paulo. Os juízes decidiram que a operação da Rádio
Comunitária Dimensão e da Rádio Heliópolis, “embora possa ser considerado
ilícito administrativo, *não configura crime*”. O Ministério Público Federal
(MPF) acusava pela Rádio Dimensão, Daniel Almeida dos Santos Melo, e pela
Rádio Heliópolis, João Miranda, de infringir o Código de Telecomunicação,
que considera crime a operação sem autorização do Estado. No entanto,
os *juízes entenderam que as rádios não se enquadram na lei**.* Isso porque,
em 1995, a *Emenda Constitucional nº8 separou a radiodifusão da telefonia*.
Penso que isto pode ser um caminho.

Fazendo uma variação do mesmo tema… Já não podemos dizer a serviço de quem
está o Presidente Lulla - é tão generoso com os grandes concessionários,
mas, ao tratar da comunicação popular torna-se tão obscuro. Em quase 3 anos
de governo nunca se ouviu de sua boca a palavra “rádio” complementada pela
palavra “comunitária”. Sua política para área é vacilante e ao mesmo tempo
em que finge incentivar (em projetos como Pontos de Cultura etc) reprime com
vigor e com mais eficiência do que nos tempos de censura a imprensa. A
perseguição as Rádios Comunitárias é a continuidade de uma linha política
histórica e “a omissão do Governo Lula diante do que está acontecendo
às rádios comunitárias significa uma opção que a história não esquecerá”*!*

*Desburocratização e transparência na tramitação dos processos!*
*Participação da sociedade organizada na avaliação dos processos pelo
Executivo!*
*Reavaliação das outorgas concedidas às emissoras relacionadas a partidos e
políticos*
*Implantação do Manual de “Procedimentos para Análise de Processos de
Radiodifusão Comunitária” com a introdução de critérios, objetivos e prazos.
*Distribuição eqüitativa de freqüência dentro do dial!*
*Apoio ao projeto de Lei que regulamenta a radiodifusão a nível municipal!*
*Apoio para realização de cursos e eventos, para promover e estimular a
mídia comunitária!*
*Pelo fim imediato da repressão às emissoras comunitárias!*
*Revisão dos Processos arquivados pelo Ministério das Comunicações*
*Anistia aos punidos por operarem “rádio sem licença” e extinção dos
inquéritos e processos!*
*Devolução imediata de todos os equipamentos apreendidos!*

*Angelo Madson,*
*Belém do Grão Pará, 31 de janeiro de 2008.*

——————————
[1] A Liberdade de Expressão e Comunicação é garantida pela Declaração
Universal dos Direitos Humanos de 1948, aprovada pela ONU (Art.19º); pela Declaração
Americana dos Direitos e Deveres do Homem, aprovada em Bogotá em 1948 (art.
4º); pelo Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos de 1966; pela
Convenção Americana sobre Direitos Humanos – Pacto de San José da Costa
Rica, adotado em 1969… Acordos internacionais dos quais o Brasil é
signatário.
[2] Pelas leis *9.472/97 (art. 173) e 9.612/98 (art. 21)*: “não contemplam a sanção
de *apreensão ou lacramento de equipamentos de rádio não autorizada*. Para a aplicação
das penalidades ali elencadas, assegurou-se previamente; a ampla defesa,
garantida pela Cláusula milenar do Devido Processo Legal”. Ou seja, nenhuma
sanção pode ser aplicada sem a oportunidade de ampla e prévia defesa! Ou
seja, se não houve flagrante, tampouco um devido “Mandado de Busca e
Apreensão” – fomos vítimas de um roubo federal!

Fórum Social Mundial 2008

Falta somente uma semana até o Dia de Mobilização e Ação Global – Faça parte desta jornada! Em uma semana, a humanidade irá sair às ruas para mostrar que um outro mundo é possível.

A jornada de Mobilização e Ação Global do FSM está chegando. A cada dia cresce o número e a diversidade de ações. Em 26 de janeiro, mulheres e homens de todo o planeta irão tomar as ruas, promover debates, protestos, concertos musicais, marchas, exibições de vídeo, encenações teatrais, videoconferências e outras centenas de atividades para mostrar que um outro mundo é possível e necessário.

Mais de 430 atividades em 85 países já foram apresentadas no site www.wsf2008.net. De ações em defesa dos Direitos Humanos ao equilíbrio ambiental; de aulas de fotografia e plantio de árvores até ações diretas contra redes de “fast food” e outros expoentes do poder corporativo; de festivais de instalação de software livre até festas e videoconferências; em 26 de janeiro pessoas, movimentos e organizações de todo o planeta irão exigir o fim do “velho” mundo, marcado por imperialismo, sexismo, colonialismo e outras formas de opressão.

Se você não apresentou a sua atividade para o Dia de Mobilização e Ação Global, ainda tem tempo: organize o seu grupo ou movimento, discuta, cadastre-se no site www.wsf2008.net, apresente a sua atividade e atue coletivamente para mostrar ao mundo suas exigências, propostas, idéias e histórias.

1) Em uma semana, a humanidade irá sair às ruas para mostrar que um outro mundo é possível
<http://www.forumsocialmundial.org.br/download/2008-01-17-boletim_fsm_PT.htm#a 2) Como aproveitar ao máximo o site www.wsf2008.net
<http://www.forumsocialmundial.org.br/download/2008-01-17-boletim_fsm_PT.htm#b 3) Wsf2008.net é um espaço coletivo
<http://www.forumsocialmundial.org.br/download/2008-01-17-boletim_fsm_PT.htm#c> 4) Criando uma memória coletiva do Dia de Mobilização e Ação Global
<http://www.forumsocialmundial.org.br/download/2008-01-17-boletim_fsm_PT.htm#d>

5) Ajude o grupo de comunicação: envie contatos para entrevistas
<http://www.forumsocialmundial.org.br/download/2008-01-17-boletim_fsm_PT.htm#e>
6) Centenas de ações ao redor do mundo
<http://www.forumsocialmundial.org.br/download/2008-01-17-boletim_fsm_PT.htm#f>

7) O 26 de Janeiro é um dia mundial! Veja algumas ações programadas.
<http://www.forumsocialmundial.org.br/download/2008-01-17-boletim_fsm_PT.htm#g>

Criando memórias coletivas do Dia de Mobilização e Ação Global

O Fórum Social Mundial em 2008 é uma experiência coleborativa internacional.Preservar a memória deste processo será fundamental e os mais habilitados a
contar essa história são os próprios participantes. Existem diversas maneiras de contribuir com esta construção:
- publicando imagens, fotos, arquivos de áudio e vídeo, notícias e relatos dentro dos Espaços de Ação do site www.wsf2008.net ou publicando
links de suas fotos em outros sites;
- escrevendo artigos que contem a história da jornada em diversos locais e publicando-os no site www.wsf2008.net;
- participando do grupo de comunicação (escreva para media@wsf2008.net);
- participando do fórum de rádios (escreva para radio@wsf2008.net);
- participando do grupo de produtores de vídeo (escreva para
video@wsf2008.net) ou visitando o site www.wsftv.net;
- participando e organizando videoconferências ou atividades de
intercomunicação (escreva para intercommunication@wsf2008.net);
- publicando a cobertura das ações que acontecerão na sua cidade no site
www.wsf2008.net ou em veículos de mídia independente.

Veja abaixo algumas atividades apresentadas recentemente no site
www.wsf2008.net. Você pode ver todas as ações em
http://www.wsf2008.net/pt-br/view/actions. Pode também visitar cada país a
partir da lista ou do mapa na página inicial ou ver uma coletânea de ações
atualizada em http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3783.

Na *ÁFRICA DO SUL*:

- Em Durban, Festival para Mudança Social, organizado pelo FSM-Durban
Festival for Social Change - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2844

- Judeus africanos discutirão a diáspora de dois grupos, os Falashas e Os
Lembas e celebrarão suas raízes - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3441.

- todas as ações na África do Sul:

Na *ALEMANHA*:

- Fórum Social de Bautzen. - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2557

- Em Berlim, haverá uma discussão com Rodrigo Nunes, jornalista brasileiro
envolvido como o Fórum Social Europeu, e Corinna Grenschel, uma ativista do
Fórum Social de Berlim. Entrada gratuita -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3426. O Fórum Social de Berlim apresentará
um vídeo sobre organizações locais e mundiais -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3473.

- Em Brandenburg, projeção de filmes e discussões contra privatização de
bens públicos - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3460.

- Em Plauen, ações espontâneas sobre a água -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3420.

+ Ações na Alemanha: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/975

Na *ARGENTINA*:

- Em Buenos Aires, o grupo ph15 ensinará 30 novos estudantes o básico de
fotografia, para que eles possam usa-lá com meio de expressão. a produção
deles será exibida na Universidade de Las Vegas, e eles participarão de
videoconferências com os visitantes - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3232
.

- Em Catamarca, projeção de filmes - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3938.

+ Ações na Argentina: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/253

Na *AUSTRÁLIA*:

- Em Melbourne, haverá um marcha em solidariedade ao Dia da Invasão. O dia
26 de Janeiro é conhecido como o dia da chegada dos primeiros ingleses na
Austrália, e por isso é também conhecido como Dia da Invasão ou Dia da
Sobrevivência, por conta da sobrevivência dos nativos mesmo com a invasão
dos europeus e sua subseqüente campanha de genocídio contra os australianos
- http://www.wsf2008.net/pt-br/node/4057.

+ Ações na Austrália: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/170

Em *BANGLADESH*:

- Em Dacar haverá uma reunião demandando “Moradia Segura Para Todos”,
seguida por uma mesa redonda - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3306 -, e
um seminário nacional sobre economia neo-liberal e desenvolvimento, sob a
perspective de Bangladesh - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3542.

+ Ações em Bangladesh: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/4621

Na *BÉLGICA*:

- Acontecerá um Festival cujo tema será todos os tipos de resistência, no
dia 19 de Janeiro, em Ottgnies - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3894

- Em Bruxelas, uma ação contra a exploração e a opressão dos homens e
mulheres - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/4090 - e também “A Bolsa ou a
Vida”: http://www.wsf2008.net/pt-br/node/4090.

- Em Liège, Outra Liège é Possível: http://www.wsf2008.net/pt-br/node/4100

+ Ações na Bélgica: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/689

Em *BENIN*:

- Ataque à Dívida: http://www.wsf2008.net/pt-br/node/4092

+ Ações em Benin: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/5796

Na *BOLIVIA*:

- O lançamento de uma campanha nacional contra todos os tipos de
descriminação - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3476.

+ Ações na Bolívia: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/4302

No *BRASIL*:

- Grito Contra Miséria II em Goiânia (GO) -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2987.

- Marcha Popular do FSM-Vitória (ES) -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2972.

- Em Belo Horizonte, Circo Anti-neoliberal -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2916 - e um ensaio aberto da batucada da Marcha Mundial das Mulheres no dia 20. No dia 26, mais batuque -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3882.

- Em São Paulo (SP) a Coordenação dos Movimentos Sociais está convocando
marchas em diversos pontos da ciddade, culminando com uma encenação teatral
coletiva da peça Rei Lear - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2910. Também
em São Paulo, a Ocareté discute a comunidades indígenas e quilombolas -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3220. Na capital paulista, movimentos
discutirão a situação dos palestinos, que fazem em 2008 sessenta anos desde
sua diáspora - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3857 - e batucada da Marcha
Mundial das Mulheres também sai às ruas -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3880.

- Fórum Social Mundial 2008 em Santa Cruz do Sul (RS) -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2840. Também no Rio Grande do Sul, haverá
um debate sobre o meio-ambiente, reforma urbana e rural -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3494 -. Uma visita guiada à Ilha Ponta
Leste, uma área de reserva, identificando espécies e essências -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3507 - e um evento cultural e político -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3464.

- Em Itajaí (SC), a campanha “Camisinha Poética” distribuirá quarto mil
camisinhas no dia 28, por um mundo sem AIDS -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3973.

- Limpeza da Nascente de Água Mineral na UR-07 Várzea, em Recife (PE) -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2777.

- Seminário sobre o futuro da Amazônia em Tabatinga (AM)-
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2752 - e uma oficina sobre culinária
tradicional da reião - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3765.

- Em Nova Friburgo (RJ), “Água, a fonte da vida” -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2561. Na capital do Rio, uma campanha para
incentivar a doação de sangue - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3969 - e
atividades culturais - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3904.

- Movimentos de mulheres estão se organizando para promover uma ação em cada
estado do país. Até agora, a região norte foi mobilizada e haverá ações no
Rio Grande do Norte, Pará, Pernambuco e Roraima -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3482.

- Em Natal (RN), o projeto Ecos do Quarteirão trará oficinas, música,
poesia, esportes, palestras, performances e muito mais pela quarta vez aos
habitantes da capital desse estado - http://www.wsf2008.net/pt-br/3853 - e
uma panfletagem, marcha e performances -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3878.

- Em Mossoró (RN), haverá uma grande concentração político-cultural em uma
das praças da cidade - http://www.wsf2008.net/pt-br/3892.

- Em Fortaleza (CE), uma procissão em prol da água e a Terra como Direitos
Humanos - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3204.

- Em Aracaju, uma ação está propondo unir todas as organizações ativistas da
cidade. A proposta é organizar uma Bicicletada, projeções de vídeos e um
festival de instalação de software livre -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3229. A Bicicletada do dia 25 também faz
parte da jornada - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3949.

- Em Maceió, nos dias 26 e 27 haverá a Conferência Preparatória para o 13º
Fórum Social da Água - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3354.

- Em Brasília, a campanha Bilhões de Árvores levará o lema “Uma árvore para
cada ser humano morando na Terra”. Mil árvores e milhões de sementes -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3386.

- Na Bahia, o coletivo feminista “Mandinga de Mulher” promoverá uma roda de
capoeira em conjunto com outros movimentos feministas e ambientalistas-
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3339.

- Em Belém, uma celebração - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3751 -, uma
oficina sobre a legislação existente sobre radios comunitárias -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3760 - e a criação de produtos a partir de
material reciclado - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3761. Também acontece
a primeira reunião das irmandades do norte do Brasil -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3768 -, discussões sobre feminismo -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3769 -, debates sobre segurança alimentar
e nutricional, sustentabilidade e soberania -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3771 -, projeção de filmes -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3772 -, uma palestra sobre o movimento
estudantil no Pará - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3775 -, uma discussão
sobre tráfico internacional de mulheres e padrões de beleza -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3776 -, uma palestra sobre crédito
produtivo e sustentabilidade no Amazonas -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3778 -, uma oficina sobre identidade
história do povo paraense - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3779 - , um
ato contra a criminalização de rádios comunitárias e pela democratização dos
meios de comunicação - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3782 -, uma
performance artística - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3784 - e uma
oficina sobre gênero e moradia - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3786.
Também em Belém, acontecerá uma palestra sobre instrumentos disponíveis à
contestação social - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3787 -, um debate
sobre a presença da mulher no FSM -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3788-, gincana FSM -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3786 -, um debate sobre socialismo no
século XXI - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3791 -, projeção de vídeos e
debates sobre a realidade socioambiental da Amazônia -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3792 -, um ato político contra a
construção de uma hidrelétrica em Belo Monte -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3798 - e um ritual -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3795.

- Em João Pessoa, Paraíba, palestras e atividades culturais organizadas por
diversos movimentos.

- Em Roraima, uma ação feminista - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/4053.

+ Ações no Brasil: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/4235

No *CANADÁ*:

- Em Montreal, “Outra Agricultura é Possível” -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3715.

+ Ações no Canadá: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/459

Na *CATALUNHA*:

- “Que dizem os indicadores do desenvolvimento humano? -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2745 - e as atividades do Fórum Social
Catalão em Barcelona - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3019.

+ Ações na Catalunha: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/901

No *CHILE*:

- O Fórum Social do Chile marchará nas principais ruas de Santiago, fazendo
“paradas temáticas” em cada esquina - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3515.

+ Ações no Chile: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/558

Na *CORÉIA DO SUL*:

- Diversas atividades para a Semana de Ação Global -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1737

+ Ações na Coréia do Sul: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/507

NA *COSTA DO MARFIM*:

- Uma conferência de imprensa em favor da liberdade de expressão -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3717.

+ Ações na Costa do Marfim: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/5254

Na *COSTA RICA*:

- O lançamento de um grito por esperança e solidariedade com a marcha que
acontecerá pelo centro da capital - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3841.

+ Ações na Costa Rica: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/1644

No *EGITO*:

- Discursos de personalidades e debates (de 9 da manhã às 5 da tarde) sobre
os atuais desafios e atores da mudança social; direito à saúde; Egito e os
conflitos e guerras regionais (Palestina e Iraque). Exibição: folclore
Palestino, publicações da sociedade civil Egípcia, fotografias, etc.
Performances artísticas e culturais do Folclore Egípcio e Palestino. Mais
informações: Hani Serag, Coordenador Global, secretariat@phmovement.org.

+ Ações no Egito: http://www.wsf2008.net/eng/place/368

Na *ESPANHA*:

- Um “Fórum de Autoridades Locais” acontecerá em Málaga no dia 24 de
Janeiro, para discutir desenvolvimento sustentável, cultura, educação,
espaço público e muitas outras questões. A noite haverá um debate com
representantes do FSM e autoridades locais -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3407.

- Em Mallorca, o Fórum Social de Mallorca está organizando diversas
atividades - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3324.

- Em Calamanca, a premiada peça Pan con Pan será apresentada -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3458.

- Em Vitória-Gasteiz, a projeção de um filme -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3534 -, uma concentração contra
neoliberalismo - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3536 - e uma conversa com
Carlos Taibo sobre o que os movimento anti-globalização estão propondo
atualmente - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3531.

+ Ações na Espanha: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/4746

Nos *EUA*:

- Encontro de Estratégia de Mídia em Santa Cruz (Califórnia), de 25 a 27 de
Janeiro - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2942

- Michigan e os Fóruns Sociais Mundiais: mais sobre os Fóruns Sociais
Mundiais e o Fórum Social dos Estados Unidos -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2917.

- Justiça Social no Sul da Florida leva os ativistas locais para o Campus da
FAU’s Davie - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2914.

- ICAN: Imagine a Mudança, Aja Agora: No dia 30 em Nova Iorque uma coalizão
de estudantes da Adelphi University organizará um diálogo entre todos os
grupos de estudantes no campus para construir coalizões pela justiça social.
- http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2901.

- Demandando Nossa Terra: histórica comunidade negra de Overtown organizará
uma Cerimônia de Nomeação da Terra conjuntamente com outras organizações e
indivíduos depois de vencerem uma luta de anos contra multinacionais e o
governo local. - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2885.

- Em Washington, “Jobs with Justice” organizará um evento que deve começar
como uma Sessão de Estratégia, seguida de uma festa e um jantar “Potluck” -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3444.

- Em Atlanta, o evento anual “Dia das Pessoas Pobres” será uma marcha em
torno dos prédios de serviços públicos -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3446.

- Em Orlando, Florida, a “Jobs with Justice” do norte do Texas falará sobre
todos os princípios da organização para fortalecer a luta de 2008 -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3439. Na Florida Central, um piquete
informativo e uma delegação para Winn-Dixie em apoio a campanha Justiça em
Smithfield - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3436. Também na Florida,
estudantes e camponeses protestarão contra a rede Burger King -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3335.

- Em São Francisco, California, a feira de trocas “Realmente, Realmente
Livre Mercado” - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3469 -, um piquete e uma
marcha propondo um boicote geral da Western Union até que adote o Acordo
Transnacional de Benfícios Comunitários (TCBA) -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3947. Organizações sociais, coalizões e
alianças da Bay Area, estão se reunindo para pedir justiça para pessoas
refugiadas pelo mundo - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3955.

- No Kentucky, um protesto em apoio à resolução que declara George Bush e
Dick Cheney “Personas Non Gratas” na região metropolitana de Louisville,
passíveis de detenção e extradição para serem julgados pelo Tribunal de
Guerra de Haia - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/4059

+ Ações nos EUA: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/5237

Na *FRANÇA*:
- Rumo a um Maghreb do povo: Desafios da alterglobalização magrebina, em
Marseille. - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2922 - e projeção de filmes
numa noite que será totalmente filmada e retransmitida online -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3394.

- Fórum Social de Aubervilliers 2008 -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2818.

- Fórum Social Departamental de Morbihan, em Etel. -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2712 .

- Em Gironda, a pauta das discussões são as guerras militares, econômicas,
sociais e ecológicas. Também haverá um fórum e a projeção de informações e
vídeos - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3251.

- Manifestação e quarto horas de debates e iniciativas culturais acontecerão
em Paris - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3878.

- Veja toda as ações na França: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/226 Nas *
FILIPINAS*:
- “A luta continua! Trabalho com Justiça, Terra e Liberdade Agora! Semana de
Ação Global nas Filipinas - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2806

- Sessões de batucada no dia 26, oficinas sobre prostituição no dia 25 e
mobilização em frente à Embaixada dos EUA no dia 23 -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3878.

+ Ações nas Filipinas em: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/2143

Na *GALÍCIA*:

- Uma assembléia constituinte para o Fórum Social da Galícia e a divulgação
da reunião internacional da Marcha Mundial das Mulheres que acontecerá por
lá em Outubro - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3874.

+ Ações na Galícia em: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/5522

Na *GUINÉ*:

- “Anular a dívida para libertar o desenvolvimento”:
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/4096

+ Ações na Guiné: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/5799

Na *GRÉCIA*:

- Um encontro contra a globalização neoliberal no FSM-Grécia -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2860.

+ Ações na Grécia: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/593

No *HAITI*:

- Justiça para Lovinsky Pierre Antoine,um ativista que foi seqüestrado
Agosto de 2007, no Haiti. As autoridades não liberaram nenhuma nota oficial
sobre o assunto. Um protesto acontecerá no dia 26 -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3960.

+ Ações no Haiti:

Na *ÍNDIA*:

- Solidariedade para com a Palestina: projeção do documentário “Palestina
ainda é um problema” de John Pilger seguido de uma discussão com
representantes de movimentos sociais, partidos políticos e jornalistas -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2980.

- Em Maharashtra, haverá várias atividades em diversos distritos, com foco
na crise da agricultura e no suicídio de agricultores -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2978.

- Reunião preparatória em Mumbai para o Dia de Ação e Mobilização Global -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2983.

- Em Puddokotai, reunião dos trabalhadores mulçumanos para discutir
questões-chave em sua região - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/4043 - e um
encontro de trabalhadores não-organizados em Chennai -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/4049.

+ Ações na Índia: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/2917

Na *INDONÉSIA*:

- Como seguimento da “Oficina sobre o Dia de Ação Global” em Nusa Dua, Bali,
a União Indonesia de Camponeses (SPI) junto a outros movimentos sociais da
coalizão Gerak Lawan (Movimento dos Povos contra o Neocolonialismo e
Imperialismo) devem reunir um conjunto de movimentos sociais no evento: de
camponeses a sindicalistas, grupos feministas, pescadores, ativistas contra
a dívida, defensores dos direitos humanos, jovens e estudantes, ativistas
anti-globalização e micro empresas.

- No Oeste de Java haverá um seminário nacional sobre mudanças climáticas -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3366.

- Em Jacarta, acontecerá o “Dia de Ação Global: Movimentos do povo contra
imperalismmo-neocolonialismo” - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3995.

+ Ações na Indonésia: http://www.wsf2008.net/pt-br/place/407

Na *ITÁLIA*:

- Verona Cidade Aberta: reunião sobre a Constituição -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2865.

- Festival contra a Guerra em Lanciano -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2827. Projeção de filmes curtas-metragens
do concurso “Câmeras no Trabalho” em Vasto -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2732 - e em Siena -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3845.

- Em Milão, projeção do filme “Campo de refugiados na Somália, imagens e
poesia de um país inesquecível” - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3547 -,
uma assembléia pública no dia 22 de janeiro, discutindo serviços públicos e
a sua privatização. - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3713 -, e um
protesto contra a proibição da matrícula de crianças estrangeiras (cujos
pais não possuem visto) na pré-escola e em defesa da Convenção das Nações
Unidas sobre os Direito da Criança - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3869.

- Em Macerata, no dia 19 de Janeiro, haverá um show dedicado aos direitos do
povo Mapuche (Chile), além de leituras e projeções de imagens -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3376.

- Em Raiano, haverá a projeção do filme “Quando eu brinco de guerra” que
retrata o drama de soldados crianças. -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3430.

- Em L’Aquila haverá uma exposição de fotos na praça pública, uma extensão
da “Você sabe isso” sobre economia solidária. -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3428 - e distribuição de cartões postais
da desmilitarização do Monte San Cosimo -
http://www.wsf2008.net/pt-br/node/3424. Acontece também uma reunião do
projeto “Uma flor para Antsirabè” em 25 de janeiro. O projeto visa a
cooperação internacional para ajuda a Madagascar -