boletim

o meio é a massagem

Arquivo para brasil

Armas não atiram rosas

O documentário relata os acontecimentos de 9 de junho de 1997, quando pistoleiros contratados por latifundiários atacaram o acampamento do MST no Engenho Camarazal, na Zona da Mata de Pernambuco, ferindo cinco trabalhadores – inclusive duas crianças – e tirando a vida de outros dois sem-terra depois de uma tortura brutal. Mais informações: http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=1106

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Terra indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima

Os grandes arrozeiros do agronegócio, invasores da terra indígena
Raposa Serra do Sol, em Roraima, estão anunciando que buscaram “apoio” de
ex-militares da venezuela, certamente tambem envolvidos no golpe de 11 de
abril de 2002, para suas “ações de resistência” contra a Operação Upatakon
3, da Polícia Federal, que visa a retirada dos invasores daquela terra
indígena.

Afirmam-se em declarações na midia como “representantes maiores do
agronegócio, traídos pelo governo Lula”. Afirmam também que estão tendo
“treinamento para a resistência” com esses ex-militares venezuelanos.

Esses “fazendeiros” não passam de fascistas, golpistas,
sequestradores de indígenas e missionários, assassinos de indígenas.
Em 2005, organizaram um grupo de jagunços no mesmo estilo do CCC, que atacou
uma escola catolica, dentro da area indigena, da Missão Consolata, em
parceria com o CIR, de formação técnica para indígfenas.

O bando armado e encapuzado espancou alunos e professores, destruiu
computadores, destruiu o prédio, pôs fogo em carros, destruiu pontes. Um
emissario do governo federal, veio de Brasilia para inspecionar o local, e
foi impedido de ir na escola, pelo mesmo grupo armado, e tal era a força
belica deles, que os 20 policiais federais que acompanhavam o emissário
Cesar Alvarez, nao se atreveram a entrar, por falta de segurança.

Eles têm indígenas da Guiana e Venezuela trabalhando nas suas
fazendas , em situação de escravidão e impedidos que cobrar qualquer
direito, pois são considerados estrangeiros.

Esses “fazendeiros” estão aliciando o lumpesinato de Boa Vista,
prometendo bom pagamento, para fazer ações violentas no interior e na
capital e ganhar as manchetes do Jornal Nacional e dos grandes jornais do
centro do país,querem criar uma situação de “distúrbio social’ e ganhar
votos para suas ações, para suspensão da operação da PF, que correm no STF.

*Paulo Cesar Quartiero*, seu maior líder, é um fascista assumido e
era ligado e ajudante de Moisés Lipnick, deputado federal por Roraima já
morto, que saiu de São Paulo e foi para Roraima e lá criou a Rádio
Equatorial, de extrema-direita.

Moisés Lipnick foi do CCC, Comando de Caça aos Comunistas e um dos
que criou o “Caso Lubeca”, com o Ronaldo Caiado, em 1989, na eleição
presidencial.

Ou seja, a turma de fazendeiros- arrozeiros de Roraima são na
verdade un nucleo de reorganização da extrema-direita, que se instalou
naquele territorio indigena, distante, na fronteira, usando uma fachada de
“nacionalistas”, e muito violentos.

*Notícia divulgada pela secretaria geral do MST.*

STJ vai decidir futuro de ação contra Globo

do jornal Brasil de Fato

Família Ortiz Monteiro afirma que Roberto Marinho fraudou documentos da
transferência da antiga TV Paulista, atual TV Globo de São Paulo
[image: Família Ortiz Monteiro afirma que Roberto Marinho fraudou
documentos da transferência da antiga TV Paulista, atual TV Globo de São
Paulo] 26/02/2008/ Eduardo Sales/ De São Paulo*

O futuro da ação que contesta a transferência da TV Globo de São Paulo para
a família do falecido empresário Roberto Marinho está nas mãos da 4ª. Turma
do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Em dezembro de 2007, o órgão aceitou
analisar o recurso apresentado pelo advogado da família Ortiz Monteiro, Luiz
Nogueira. Ele contesta a decisão tomada pelo Tribunal de Justiça do Rio de
Janeiro que julgou prescrito o processo sobre a legalidade da transferência
das ações, reconhecida pelo Ministério das Comunicações no ano de 1977,
durante o regime militar.

Uma decisão favorável à família Monteiro pode determinar que a Justiça
avalie o mérito da ação, algo que não foi feito desde 2002 quando o processo
começou. O principal argumento da família Monteiro é uma perícia realizada
pelo Instituto Del Picchia que atesta “falsificação grosseira” em cópia dos
documentos apresentados por Marinho. As procurações, por exemplo, trazem o
número do CIC – o atual CPF – quando esse tipo de identificação nem havia
sido criado pelo governo brasileiro, o que só foi ocorrer em 1969*. *

Até o momento, a Rede Globo não apresentou a versão original destes
documentos. A empresa alega, no processo, que os papéis foram extraviados.
“A transferência ocorreu com irregularidades, mediantes diversos documentos
mal redigidos e com imprecisões, sem qualquer registro nos órgãos
competentes, sem firmas dos signatários reconhecidas, bem como um dos
cedentes já seria falecido à época”, relata o advogado Nogueira, no
processo.

A família Ortiz Monteiro, ex-acionista majoritária da então TV Paulista,
vem tentando comprovar na Justiça a inexistência de ato jurídico na compra
da televisão. A questão envolve intrincadas negociações que remetem à época
anterior ao regime militar no Brasil, período no qual a Rede Globo se tornou
o maior conglomerado de comunicação da América do Sul com apoio da ditadura.

*Histórico*

Em 1950, os acionistas controladores da TV Paulista eram Oswaldo Ortiz
Monteiro, ex-deputado federal, seu irmão Hernani, o cunhado Vicente da Costa
e Vicente Bento Costa. Cinco anos depois, eles venderam 52% do capital total
da TV Paulista para Victor Costa Petraglia, que morreu quando a
transferência da emissora para seu nome ainda tramitava no extinto
Departamento Nacional de Telecomunicações (Dentel). A empresa, no entanto,
ficou sob o comando de Victor Costa Júnior, filho de Petraglia, mas as ações
continuaram em nome dos ex-acionistas.

Em 1964, Victor Costa Júnior vendeu a emissora para a família Marinho, que
pagou cerca de US$ 2 milhões na época. Ocorre que, na prática, a TV Paulista
nunca constou dos bens da família Petraglia. E Roberto Marinho teria
comprado o controle da TV Paulista de quem, na verdade, não detinha as
ações.

É aí que entram as suspeitas de falsificações. O negócio foi registrado
como se Roberto Marinho tivesse adquirido as ações diretamente da família
Ortiz Monteiro. Recibos e procurações supostamente assinados pelos antigos
acionistas foram entregues ao governo como comprovantes da operação.

Oswaldo morreu em 1984 e nunca contestou a operação. Suas filhas ainda eram
crianças, à época. Anos após o falecimento de seu pai, a filha mais velha,
Regina Ortiz Monteiro, deu início à busca dos documentos para verificar a
veracidade dos mesmos e teria percebido que havia ilegalidades. Foi quando,
em 2002, a família entrou com uma ação na 41ª Vara Cível do Rio de Janeiro
contestando a existência de ato jurídico na transferência das ações.

A questão, no entanto, não chegou a ser analisada, pois a Vara Cível e,
depois, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro consideraram que o objeto
estava prescrito, pois já havia passado mais de 20 anos do reconhecimento da
transferência das ações para o nome das Organizações Globo.
A defesa, no entanto, recorreu e afirmou que a ação não era anulatória e nem
objetivava a invalidação de ato jurídico. Em vez disso, alegava a
inexistência deste ano. O STJ aceitou analisar o caso e, se os ministros da
4ª turma derrubarem a decisão do Tribunal, a Justiça terá de examinar a
perícia apresentada pelo Instituto Del Pichia. E a Rede Globo será obrigada
a comprovar a titularidade da emissora paulista que responde por mais de 50%
de seu faturamento. Procurada pela reportagem do *Brasil de Fato*, as
Organizações Globo responderam por meio de sua assessoria de imprensa que
aguardam a decisão do STJ.

Venha Formar Quadrilha você também!

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Renan Encalhado

A um dia da decisão sobre a saída do presidente do senado Renan Calheiros por ‘decoro parlamentar’ (leia-se roubalheira), os senadores, protegidos pelo voto sigiloso, fazem manobras para manter esse canalha na presidência do senado que, ‘em nome do povo brasileiro, constrói as instituições que fazem o Brasil’ (http://www.senado.gov.br/).

Aproveito para compartilhar a paródia ‘Renan Encalhado’, feita por Rodrigo Travitzki e Allan Monteiro, da musica “incompatibilidade de gênios”, de João Bosco e Aldir Blanc.

http://estudiolivre.org/el-gallery_view.php?arquivoId=4935&

divulguem!

abs
cris

Pedagogical Faultlines – International Workshop on Alternatives in Education

September 21 & 22, 2007, Amsterdam
Location: Pakhuis de Zwijger

Workshop organized by Waag Society (Amsterdam), Sarai (Delhi) and the
Institute of Network Cultures (Amsterdam).

URL: http://www.waag.org/project/faultlines (Dutch and English version
available)
Program: http://extern.waag.org/faultlines/

Please register by sending an email to Lipika: lipika@waag.org (tel. ++
31 20 5579898).

FRIDAY 21 SEPTEMBER 2007

9:30 – 10:00 Doors Open, Coffee/Tea

10:00 – 10:30 Opening Remarks
Frank Kresin, Waag Society (NL)
Geert Lovink, Institute of Network Cultures (NL)

10:30-13:00 Lectures

Non-Aligned Learning
Florian Schneider, Kein.org (Germany)

Paulo Freire meets Tactical Media
Felipe Fonseca and Thiago Noveas, MetaReciclagem (Brasil)

The Blackmail of Lack
Prabhat Kumar Jha , Ankur (India).

13:00-14:00 Lunch

14:00-15:00 Break-Out Sessions

Room A: Authority of Knowledge?
Hans Pronk en Michael van Wetering, Kennisnet (NL)

Room B: Counter-Mapping Creative Industries in Hole in Beijing
Ned Rossiter, OrgNets (GB)

Room C: New technologies on the Internet for self-organising systems in
e-learning
Sugata Mitra, Hole in the Wall (India) & Jerneja Rebernak (NL)

15:15-16:15 Break-Out Sessions

Room A: Laghu Riyaaz (Minor Practices)
Shveta Sarda, Cybermohalla (India)

Room B: Lifelong Competence Development
Henk Sligte and Judith Schooneboom, Tencompetence (NL)

Room C: Bringing statistics to life through an interactive world map
Frank van Cappelle, IIEP/ Unesco (NL)

16:30 Closing Lecture
Experiments in Legal Education
Lawrence Liang, Alternative Law Forum (India)

17:30 End

SATURDAY 22 SEPTEMBER 2007

10:30 – 13:00u Lectures

Fill, Share, Preach, Teach, the Emergent World of Hindi Internet
Ravikant Sharma, Sarai (India)

CommonCitizen Radio
José Balbino, Descentro (Brasil)

Provisional Pedagogy, Provisional Practice
Rupali Gupte, Collective Research Initiatives Trust (India)

Location Based Playful Learning,
Henk van Zeijst, Waag Society (NL)

13:00-14:00 Lunch

14:00-15:00 Break-Out Sessions

Room A: Open knowledge and education at the new level of web paradigm
Danica Radovanovic (Serbia), together with Thiago Noveas (Brazil)

Room B: Sustainable Answers through Experiential Learning
Emer Beamer, Butterfly Works (NL)

Room C: Multiple Islam, Multiple Identities: a chain diary
Evelyn Raat, Imagine IC (NL)

15:15-16:15 Break-Out Sessions

Room A: Bank of Common Knowledge
Olivier Schulbaum, Platoniq (Spain)

Room B: Informal learning, school dropouts and the digital divide
Jan Lepeltak, The Amsterdam Computer Clubhouse (NL) &
Marja Verstelle, UrWay (NL)

Room C: Education & Technology
Wim Veen, TU Delft (NL)

16:30 Closing Remarks and Open Debate
Additive or Alternative
Awadhendra Sharan, Sarai (India)

17:30 End

Um novo edital do cultura digital tenta mostrar relação com o CMI

O ultimo edital do cultura digital cita o nome do Centro de Mídia Independente.

Edital em pdf –

Trecho do edital.

A proposta é que os Pontões continuem a desenvolver discussões e atividades nesse sentido, com ênfase especial aos ambientes que são desenvolvidos com apoio da ação Cultura Digital: Estúdio Livre, Converse,
Mapsys e Observatorio de Cultura Digital. Além disso, e importante que sejam enfatizadas também as possibilidades de articulação com outras redes relacionadas, tais como comunidades de desenvolvimento de softwares livres, grupos de usuários de GNU/Linux,grupos de Projeto Software Livre regionais, Overmundo, Rede de Economia Solidaria, Fórum Virtual Mundial, Centro de Mídia Independente, Rádios e TVs Livres. (retirado do arquivo em pdf disponível no link – http://www.cultura.gov.br/upload/Plano_basico_de_acao_pontoes_digital_1183735594.pdf

O projeto do governo, ligado ao MINC, na falta de um discurso amplo, consistente e coerente com suas ações, afirma promover o uso do software livre e ações de inclusão digital como uma forma de atrair interessados.

Esse mesmo governo que tenta relacionar o Centro de Mídia Independente, rádios e tvs livres com seu projeto institucional, continua perseguindo e fechando rádios livres e contribuindo para o monopólio dos meios comerciais de comunicação. Lembram-se como foi a escolha do padrão de tv digital?

Desta vez as simples citações no seu próprio edital nos mostra mais uma vez, a tentativa do governo de cooptar e se promover as custas do prestígio e do trabalho de meios completamente autônomos da via governamental.

 

fonte:

http://midiaindependente.org/pt/blue/2007/08/391193.shtml